Chevrolet Captiva tem personalidade reforçada
No caso de Portugal, a Chevrolet optou por concentrar a gama disponível nas duas variantes de potência (163 cv e 184 cv) do novo motor diesel 2.2 VCDi.
Prossegue com inegável pujança a “ofensiva de produto” protagonizada pela Chevrolet. No ano em que festeja o centenário, a marca norteamericana do universo GM mantém um programa de lançamentos que procura sublinhar uma estratégia de afirmação global. É neste contexto que surge o novo Captiva.
Quando a primeira geração chegou ao mercado, em 2006, o Chevrolet Captiva respondia, essencialmente a duas premissas. Fazia justiça à tradição da marca – a Chevrolet reivindica a paternidade do conceito SUV – e ao mesmo tempo tentava seduzir clientes no Velho Continente.
Cinco anos depois, a entrada em cena da nova geração do Captiva demonstra que o caminho e a aposta estavam corretos. O segundo fôlego do SUV da Chevrolet sublinha um veículo de personalidade reforçada, versátil e capaz de seduzir diferentes tipos de consumidores.
As mudanças levadas a cabo pela Chevrolet incidiram em aspectos, digamos, práticos. Sem esquecer uma revisão estética, mais notória na frente do Captiva. É aqui que destacamos o novo capô e a introdução da grelha que funciona como assinatura da marca.Õ resultado final é agradável à vista e transmite (essencial) sensação de pujança.
No caso de Portugal, a Chevrolet optou por concentrar a gama disponível nas duas variantes de potência (163 cv e 184 cv) do novo motor diesel 2.2 VCDi. Servido por nova caixa manual de 6 velocidades, este motor também pode ter transmissão automática. Neste particular convém dizer que a caixa automática será o aliado ideal para a versão 4x4, naturalmente colocada no topo da gama.
As intervenções no interior – agradável e espaçoso – e a introdução de equipamentos como a assistência ao arranque em subidas (hill assist), são outros exemplos dos trunfos apresentados pela nova geração do Captiva. Os preços (penalizados por se tratar de um motor 2.2) começam nos 34.750 euros.