Mégane GT Line apela à emoção

A família Renault Mégane ganhou, já este ano, novos elementos com a entrada em cena da “GT Line”, gama de perfil desportivo que procura acrescentar elementos distintivos e fazer um apelo mais emociona

Mégane GT Line apela à emoção
Mégane GT Line apela à emoção

A família Renault Mégane ganhou, já este ano, novos elementos com a entrada em cena da “GT Line”, gama de perfil desportivo que procura acrescentar elementos distintivos e fazer um apelo mais emocional aos consumidores.

Disponível nas versões Berlina, Coupé e Sport Tourer (carrinha), a GT Line é proposta em duas motorizações diferentes e tem no design um dos principais trunfos. Mais do que o desempenho verdadeiramente desportivo – estamos falar de um motor gasolina de 130 cv e um diesel de 110 cv –, os principais enfoques vão para o “look” destas versões e para o facto de todas elas terem adoptado o chassis sport do Mégane Coupé e, como tal, rebaixadas em 12mm.

O design exterior marca a diferença da restante gama Mégane em pormenores como o redesenhado pára-choques dianteiro; o difusor aerodinâmico integrado no pára-choques traseiro; a aposta em jantes de alumínio de 17” em cor “dark metal” e a colocação da referência “GT Line” na grelha e no portão traseiro. No interior, destaque para os bancos dianteiros com apoio reforçado, pedais em alumínio e painel de instrumentos com conta-rotações analógico.

Um diesel conhecido

Tal como já escrevemos, as motorizações escolhidas para esta GT Line contemplam uma opção gasolina e outra diesel. Ambas estão presentes noutros modelos Renault, sendo que a escolha do motor gasóleo recaiu no bem conhecido 1.5 dCi de 110 cv.

Ambos os blocos são propostos com caixa manual de 6 velocidades, sendo que no caso do motor diesel há ainda a hipótese de escolher a nova caixa automática EDC, de 6 velocidades. Foi esta versão (incluída num Mégane Coupé) que tivemos oportunidade de conduzir, num contacto que incluiu diversos tipos de utilização – do trânsito citadino a desafios... estradistas.

A caixa EDC (Efficient Dual Clutch), de dupla embraiagem, por enquanto um exclusivo da motorização dCi 110 cv, garante menos emissões de CO2 (daí os 114 g/km), maior facilidade de utilização e baixos tempos de resposta.

O conjunto mostrou potencialidades e revelou-se, afinal, pragmático. Juntou o tal “look” desportivo (o Coupé é um carro esteticamente bem nascido) a utilização racional, até em função dos consumos.

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