O Automóvel Clube de Portugal (ACP) agradeceu aos cinco pilotos portugueses presentes no Dakar'2010 o facto de terem levaram o nome da instituição aquele rali todo-o-terreno, adiantando que estes não receberam qualquer tipo de apoio do governo.
"Os pilotos queriam que Portugal fosse oficialmente representado. O governo não ofereceu qualquer tipo de ajuda. Estes pilotos prontificaram-se para levar o nome do ACP ao Dacar", afirmou Carlos Barbosa, presidente do ACP.
Carlos Sousa, sexto classificado na prova, fez um balanço bastante positivo da 12.ª participação na mais importante prova todo-o-terreno do Mundo, que pelo segundo ano consecutivo se disputou na Argentina e no Chile.
"Melhor não se podia esperar", afirmou o piloto, que foi o primeiro carro da geral com motorização a gasolina.
O "motard" Hélder Rodrigues, quarto classificado, confessou que em alguns momentos chegou a pensar que poderia ganhar, mas admitiu que a segunda semana de prova "não correu muito bem".
"Houve momentos em que pensei que podia ganhar, quando estava em segundo", afirmou o "motard", considerando que os dois dias seguidos em que teve problemas com gasolina foram decisivos.
Além de Hélder Rodrigues e Carlos Sousa, o nome do ACP esteve "representado" no Dakar'2010 por Bianchi Prata, Paulo Gonçalves e Miguel Barbosa.