Estamos de partida para o Africa Race, o nosso maior desafio em termos de rali. Os camiões partiram no dia 26 deixando-nos alguns dias que, teoricamente, deveriam ser de descanso, mas não… a correria não abrandou. Os pormenores organizativos parecem nunca ter fim e todos são, na nossa perspectiva, verdadeiramente importantes.
Hoje seguimos de avião até Marselha onde os dois camiões nos esperam desde ontem estacionados no Concessionário da MAN. Juntos seguimos até ao Mónaco. Quando chegarmos, lá para o fim da tarde, estacionaremos no "Parque de Trabalho", retiraremos as mochilas com a bagagem necessária até ao dia 2 e teremos, seguramente dificuldade em chegar ao hotel, que é ali muito perto. Haverá inúmeras pessoas a cumprimentar, muita gente que gostamos de rever e com queremos trocar algumas palavras. Temos já alguns encontros pré estabelecidos. Levo comigo a miniatura em papel do camião com a decoração OLEOBAN®. Roman, o modelista checo que a concebeu, vai encontrar-se comigo. Prometeu levá-la para a arranjar pois chegou-me às mãos muito destruída. É uma oportunidade. Oportunidade também para "deitar um olhinho" aos camiões dos nossos adversários. Pouco mais haverá para fazer até ao fim do dia. Espera-se um jantar tranquilo e muito frio.
No aeroporto, enquanto espero pelo avião, revejo todo o trabalho feito no camião. Melhorámos as suspensões e desejo profundamente que os amortecedores aguentem até ao fim. Não conseguimos que as jantes de alumínio funcionassem, o que me desiludiu bastante. Poderia seguramente baixar mais a pressão e andar melhor na areia. Paciência. São os custos da inovação. Nada sai bem à primeira. Ficará para o próximo rali.
Por Elisabete JacintoSegunda prova do Mundial de todo o terreno
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