Miguel Barbosa analisa mais uma edição da prova: «Repensar o Dakar»

A crónica do piloto português

• Foto: Reuters

Sempre disse que o Dakar está para o todo-o-terreno como os Jogos Olímpicos estão para as mais diversas modalidades desportivas. É um evento ímpar de uma dimensão planetária e que tem tido sucesso porque se tem sabido reinventar. Perante este Dakar 2019 feito num só país com pouco mais que oito etapas, a primeira e a última tiverem um peso pouco significativo, faltou muito da dimensão de grande prova, da enorme aventura das longas distâncias que foram substituídas por longas travessias de dunas. O Dakar necessita de mais. Seguramente que os organizadores estarão já à procura de novas ideias, de soluções. Estiveram presentes os melhores pilotos mundiais que continuam a aderir e a querer saborear uma competição diferente de todas as outras. Veremos o que o futuro reserva para o Dakar.

Por: Miguel Barbosa

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