Peterhansel: «Carlos Sainz fará falta»
O piloto gaulês está a competir no Rali Rota da Seda...
Não se vislumbram festejos nas imediações do local onde está o camião da Monster Energy X-Raid Team, mas motivos não faltam. Afinal, Krysztof Holowczyc e Stéphane Peterhansel são 1.º e 2.º na geral individual do Rali Rota da Seda... Peterhansel recebe-nos no exterior do camião. Estão 35.º graus. Corre uma brisa.
Aos 45 anos é o piloto mais titulado de sempre do Dakar, com 9 triunfos. Um périplo vitorioso que começou a bordo de uma mota Yamaha, em 1991. A mudança para os carros, contudo, não foi tão fácil como se esperava, mas teve os seus frutos. “É muito diferente ser piloto de motas e de carros. A técnica é totalmente distinta. Mas depois de uma primeira fase de habituação ao Mitsubishi, tive sucesso”, refere. A decisão de mudar de veículo foi pensada. Teve a ver com questões de segurança, mas também porque Peterhansel queria deixar de correr sozinho. Pretendia um copiloto que traçasse a rota da etapa, “porque elas são difíceis de interpretar”. “Nunca é fácil escolher entre dois amores (risos). Depois de realizar 10 Dakar’s como piloto de motas, estava na altura de experimentar os carros. Foi o timing correto.”
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