Mundiais: Campeonatos terminam com domínio norte-americano e mais dois recordes

Prova teve lugar na Coreia do Sul

Regan Smith
Regan Smith • Foto: EPA

Os Mundiais de natação da Coreia do Sul terminaram este domingo com mais dois recordes, batidos na mesma prova nos 4x100 metros estilos, nos quais a norte-americana Regan Smith também fixou o melhor registo de sempre nos 100 metros costas.

Em Gwangju, o ouro de Regan Smith, Lilly King, Kelsi Dahlia e Simone Manuel foi escrito em 3.50,40 minutos, marca que retirou mais de um segundo aos 3.51,55 à estafeta dos Estados Unidos em 2017, em Budapeste.

O êxito começou com o percurso inaugural da jovem Regan Smith, de somente 17 anos, que nadou os 100 metros costas em 57,57 segundos, retirando três centésimos ao anterior recorde: sábado tinha sido ouro nos 200.

Para o domínio global dos Estados Unidos contribuiu também as medalhas de ouro de Simone Manuel nos 50 metros livres, com 24,05, e de Lilly King nos 50 bruços, com 29,84, ambas repetindo o triunfo alcançado nos 100 metros.

No primeiro caso com impercetíveis dois centésimos de segundo sobre a sueca Sarah Sjostrom, que era apontada como favorita, e no segundo por 16 sobre a surpreendente italiana Benedetta Pilato, prata, com apenas 14 anos.

Caeleb Dressel perseguia o sétimo ouro, nos 4x100 metros estilos, e assim igualar o seu registo dos Mundiais de Budapeste, mas não contava com o desempenho da Grã-Bretanha -- sobretudo o final de Duncan Scott - que se impôs em 3.28,10, menos 35 centésimos do que a estafeta norte-americana, enquanto a Rússia ficou a 71.

Também foi surpreendente o êxito do sul-africano Zane Waddell nos 50 metros costas, com 24,43, batendo os favoritos russos Evgeny Rylov e Kliment Kolesnikov, por seis e oito centésimos, respetivamente.

Nos 1.500 metros livres, Gregório Paltrinieri era tido como mais forte, sobretudo face à ausência do chinês Sun Yang, contudo o italiano não passou do bronze, já que foi superado pelo alemão Florian Wellbrock e pelo ucraniano Mykhaiolo Romanchuk.

Nos 400 estilos imperou a lógica, com os triunfos do japonês Daiyta Seto - aproveitando a ausência de Chase Kalisz - e da húngara Katinka Hosszu, que já tinha vencido os 200 metros.

Os Estados Unidos foram o país mais com mais medalhas de ouro (14), bem como no total (27), seguidos da Austrália (cinco de ouro e 19 no total).

Por Lusa
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