Esgrima: Portugueses eliminados dos Mundiais

Todos os portugueses que competiram em Budapeste pagaram do seu bolso os custos da participação, depois de a federação portuguesa da modalidade ter assumido que já não tinha orçamento para custear uma

Esgrima: Portugueses eliminados dos Mundiais
Esgrima: Portugueses eliminados dos Mundiais • Foto: SE RECORD
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Ao segundo dia dos Mundiais de esgrima, que se está a disputar em Budapeste, Portugal deixou de ter atiradores em competição, após a elimação dos que participaram nos torneios masculinos de espada e florete.

Max Rod (Escola Básica Alberto Iria) e Joaquim Videira (Antigos Alunos do Colégio Militar), ambos em espada, foram os que tiveram melhores resultados, caindo no quadro de 64.

João Cordeiro e Ricardo Candeias (Clube Atlântico de Esgrima), igualmente em espada, e Gael Santos (Escola Desportiva de Viana), que competiu em florete, também passaram a fase de "poules", para cair no quadro de 128.

Joaquim Videira, que já foi vice-campeão do Mundo, ganhou ao finlandês Teemu Seevu por 15-7 e depois perdeu com o esloveno Jan Golobic por 10-9.

Já Max Rod começou por ganhar, no quadro de 128, ao norueguês Thomas Ertzeid, perdendo depois com o japonês Keisuke Sakamoto.

João Cordeiro perdeu com o brasileiro Ivan Baumgartner, por 15-13, e Ricardo Candeias com o australiano James Lewis, por 15-13.

Quanto ao floretista Gael Santos, sofreu uma derrota mais pesada, ante o alemão Johan Gustinelli, por 15-5.

Na classificação final, o floretista Gael Santos fica como o melhor luso, em 82.º, em 124 concorrentes. O mais bem classificado na espada é Max Rod com o 87.º lugar. Videira é 90.º, Candeias 106.º e Cordeiro 116.º, em 207 atiradores.

Segunda-feira, Debora Nogueira e Inês Hermínio foram eliminadas na fase de qualificação das suas armas. Em espada, Inês Hermínio, atleta do Ginásio Clube Português, ficou em 125.ª em 153 competidoras. No florete, Debora Nogueira foi 73.ª, em 83.

Max Rod, Joaquim Videira, Ricardo Candeias e João Cordeiro ainda competem no torneio coletivo de espada, no domingo.

Todos os portugueses que competiram em Budapeste pagaram do seu bolso os custos da participação, depois de a federação portuguesa da modalidade ter assumido que já não tinha orçamento para custear uma delegação.

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