Kitesurf: Francisco Lufinha aventura-se na Madeira
A MINI Kitesurf Odyssey vai voltar a desafiar todos os limites com uma...
A MINI Kitesurf Odyssey vai voltar a desafiar todos os limites com uma nova etapa protagonizada por Francisco Lufinha que, agora, se aventura na ligação entre as Ilhas Selvagens - o território mais a sul do país - e o Funchal. São cerca de 300 kms que o atleta prevê completar em cerca de dez horas sem paragens entre ondas que podem atingir os dez metros e que vão colocar à prova o detentor do recorde do Mundo de maior viagem em kitesurf sem paragens.
Esta travessia terá a particularidade de ser feita no sentido Sul-Norte, o que torna este desafio mais complexo, já que só terá lugar na presença de ventos fortes do quadrante Sul que habitualmente trazem também grandes ondulações, precipitação e pouca visibilidade. O desafio tem arranque previsto até ao final do ano, estando sujeito às previsões meteorológicas do Instituto Hidrográfico da Marinha.
Lufinha, que em 2013 bateu o recorde do Mundo completando a maior viagem em kitesurf sem paragens, ao ligar o Porto a Lagos, refere que “quando fiz a costa do continente percorri muitas milhas e demorou muitas horas, desta vez serão 300 Km mas o vento será muito mais traiçoeiro, poderá até ser contra na chegada ao Funchal e vou ser uma gota em pleno Oceano Atlântico, sem grandes escapatórias. Este desafio está a exigir uma preparação muito intensa e minuciosa ao nível logístico, físico e psicológico.”.
Para concretizar este desafio, o ex-campeão nacional de kitesurf tem desenvolvido uma forte preparação e afirma-se pronto para as adversidades. “Tenho estado a trabalhar ao máximo para manter toda a equipa em sintonia, garantir que estão cobertas todas as necessidades a nível de comunicações, alimentação, logística, segurança e claro, treinado ao máximo no mar quando o vento se junta à equipa”.
Quanto à escolha do percurso Ilhas Selvagens-Funchal para esta que é a primeira etapa oceânica da MINI Kitesurf Odyssey, Lufinha acrescenta: “gosto de desafiar os limites e partir da Selvagem Pequena, tem um grande simbolismo para mim”.
Esta odisseia conta com o patrocínio da MINI Portugal, da BP Portugal e tem o apoio institucional do Ministério da Agricultura e do Mar, da Marinha, da Reserva Natural das Ilhas Selvagens, da Secretaria Regional de Turismo da Madeira e da Faculdade de Motricidade Humana / Universidade de Lisboa, entre outros parceiros.