Lisboa acolhe etapa do World Padel Tour
"A intenção é de vir aqui nos próximos anos e que Lisboa possa fazer parte do calendário", avançou Raul Arias durante a conferência de imprensa de apresentação do WPT Lisboa International Open 2013...
Lisboa acolhe entre esta terça-feira e domingo a 14.ª etapa do World Padel Tour (WPT), que traz, pela primeira vez, ao Lisboa Racket Centre os 32 melhores pares do mundo da modalidade. De acordo com o presidente do WPT, Raul Arias, trata-se de um "dia muito importante" para o padel, num país em que a modalidade "cresceu muito nos últimos três/quatro anos", justificando que foi "uma boa opção" montar o torneio pela primeira vez fora de Espanha.
"A intenção é de vir aqui nos próximos anos e que Lisboa possa fazer parte do calendário", avançou Raul Arias durante a conferência de imprensa de apresentação do WPT Lisboa International Open 2013. Para o presidente da Federação Portuguesa de Padel, Ricardo Oliveira, a vinda da etapa para Portugal é o "equivalente" à organização do Masters de ténis em 2000, já que Lisboa irá acolher os "32 melhores pares do mundo" da modalidade que pela primeira vez se realiza fora de Espanha.
"Penso que o WPT terá escolhido Lisboa como destino pelo salto que o padel teve no nosso país nos últimos anos. É fantástico, vamos ter muita gente a olhar para a modalidade e será muito importante para o padel nacional, que está a crescer exponencialmente", disse à agência Lusa Ricardo Oliveira. O responsável federativo adiantou que há três anos havia cerca de 100 praticantes da modalidade e atualmente serão "mais ou menos seis mil", em mais de 70 locais, com "campos cheios".
"A modalidade tem vindo a desenvolver-se muito nos últimos tempos, e queremos que continue a crescer. Em Espanha já é a segunda modalidade jogada, à frente do ténis", explicou Ricardo Oliveira, adiantando que a proximidade ao país vizinho também teve como consequência a expansão em Portugal. Para o jogador português Diogo Teixeira, é uma "honra poder fomentar a competição entre os melhores pares do mundo", reconhecendo que "há um longo caminho pela frente" para que os jogadores lusos possam "lutar taco-a-taco" com os espanhóis, esperando que num futuro próximo tal seja possível.