Tiro: Motivação em alta e objetivos máximos
Pódio é meta dos 4 atiradores na prova de fosso olímpico...
Os quatro atiradores portugueses que vão disputar o Campeonato do Mundo de tiro com armas de caça, a decorrer até dia 25 deste mês, em Lima, Peru, partiram ontem para a competição. Record foi encontrá-los no Aeroporto da Portela, em Lisboa, e percebeu que este grupo vai com a motivação em alta e objetivos máximos para a prova de fosso olímpico, que decorre nos dias 22, 23 e 24.
João Paulo Azevedo, de 29 anos, é bicampeão nacional e o mais modesto da Seleção chefiada por Luís Tinoco. O atirador natural de Vila do Conde, que ainda há menos de duas semanas, em Espanha, obteve um excelente resultado, acertou em 124 pratos dos 125 possíveis, é o único que não fala em pódio, apesar de ser este o resultado que mais ambiciona. Mas JoãoPaulo Azevedo prefere dizer que neste Mundial quer “assegurar apoios para a partir do próximo ano garantir lugar nos Jogos Olímpicos”, a competição que lhe falta.
Ricardo Colaço, de 37 anos, é o mais velho e não tem medo em assumir que vai para “subir ao pódio, quer individualmente quer por equipas”. Também José Bruno Faria, de 28 anos, admite que vai para “no mínimo conquistar uma medalha”. O vice-campeão europeu de 2006 acredita que este grupo tem “boas possibilidades” de fazer tocar “A Portuguesa” na capital do Peru, referindo que a união e o companheirismo fazem parte dos segredos destes atiradores, que têm como principais adversários italianos, australianos e russos.
O benjamim
Além dos três atiradores seniores, todos eles já com grande experiência em Mundiais e Europeus, há uma estreia na competição júnior. Felipe Teixeira tem 17 anos e pela primeira vez vai a um Campeonato do Mundo. Confessa que sente “uma grande ansiedade, mas também um enorme orgulho” por já estar junto da elite. E aqui o pódio também é o principal objetivo.