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O princípio do fim?

Pelos vistos, os benfiquistas podem começar a habituar-se à ideia de que Camacho já era. Tão longo tem sido o processo da possível renovação do treinador que, hoje, está num ponto de iminente ruptura. Não é de ontem que a mensagem tem passado: Camacho não se contenta com pouco e quer cada vez mais. Luís Filipe Vieira, em nome do forte apelo dos benfiquistas (e até de seus colegas dos órgãos sociais), bem se tem esforçado por conseguir aquilo que Camacho quer mas não há jeito de satisfazer o técnico espanhol. Assim se chega a uma encruzilhada e à medida que o tempo passa, Camacho em vez de estar mais perto fica mais longe da Luz. O cenário montado começa a deixar para Camacho o papel de vilão depois de ter sido herói. Então não é que o homem faz todos os dias novas exigências? Pode lá o Benfica ceder a tal chantagem! E deste modo a imagem do treinador vai perdendo credibilidade junto da família benfiquista, havendo margem para se chegar ao momento de dizer “basta” e partir para uma alternativa. É que neste momento, a avaliar pelo que tem sido escrito e mesmo sem Luís Filipe Vieira ter dito uma palavra sobre o assunto, já se percebeu que a tão sólida e até familiar relação entre presidente da SAD e treinador pode ter sofrido danos irreparáveis. E se assim for, chega-se à triste conclusão: o melhor mesmo é Camacho não ficar porque um dia as pequenas areias irão desfazer de vez a relação do treinador e Luís Filipe Vieira.
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