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Paulo Futre: «Para ganhar um torneio não basta ter sorte»
Paulo Futre não tem dúvidas. A forte componente competitiva do poker é suficiente para atrair desportistas de outros quadrantes: “Sem dúvida! Continuas a competir, neste caso não a correr mas sim ment
Em vésperas de se estrear num torneio ao vivo jogado em Portugal, Paulo Futre, convidado especial da PokerStars para a Etapa #2 das Portugal Poker Series, esteve à conversa com o blogue oficial da PokerStars em Portugal.
“Costumo jogar entre amigos e em alguns eventos organizados pela PokerStars em Espanha. Divirto-me bastante mas sei que para ganhar um torneio não basta ter sorte. Isto é um jogo, também, de muito bluff, de muita frieza mental, estratégia e momentos em que temos de saber retirarmo-nos. É um jogo interessante, o poker!”, revelou “El Português”, quando instando a descrever-se enquanto jogador.
Na Figueira da Foz, Futre promete “tentar ser o último a sair”, fazendo jus a hábitos antigos. “Ainda tenho aquela mentalidade competitiva e quero sempre ganhar. O que é normal. Eu e todos os participantes que estarão na Figueira da Foz”, diz.
Futre não tem dúvidas. A forte componente competitiva do poker é suficiente para atrair desportistas de outros quadrantes: “Sem dúvida! Continuas a competir, neste caso não a correr mas sim mentalmente. Continuas a jogar para ganhar. Simplesmente estás sozinho e ninguém te pode ajudar. É uma competição completamente diferente.”
Jogar profissionalmente é que não está nos seus planos. “Não, não, não... Só jogo mesmo na brincadeira!”, garante.