À procura do Jackpot
"Atendi o telefone e era o relações públicas da Rip Curla dizer-me que o Jeremy Flores estava lesionado e que eu era o escolhido para o substituir no Search. Parecia que tinha ganho a lotaria." O dia de hoje, com o provável arranque da competição no Rip Curl Pro search, pode ser o culminar de um sonho que começou para David Luís aos 10 anos, na Costa da Caparica. Hoje, com 29, o lisboeta patrocinado pela Rip Curl há cerca de uma década é recompensado por uma carreira que, assume, já não o deverá levar ao WCT: "Quando tinha 16, 17 e até aos 20 anos ainda sonhava com o WCT mas acho que agora, aos 29 anos, é mais difícil..."
Uma amargura que contrasta com o brilho com que fala desta nova oportunidade: "Estar a competir com os melhores do Mundo é o sonho tornado realidade. Mas o que gostava mesmo era de defrontar o Slater. É o rei.
O lutador.
Justin Mujica conseguiu o wildcard na luta. Aos 32 anos, o vencedor dos trials ainda sonha com uma presença no WCT. "É difícil, mas para mim tudo sempre foi mais difícil e, talvez por isso aprendi a não desistir." Venezuelano de nascimento, filho de pai venezuelano e mãe inglesa, Justin chegou a Portugal há 10 anos para competir num Mundial e apaixonou-se. Primeiro por uma portuguesa, depois pelo país.
Justin Mujica conseguiu o wildcard na luta. Aos 32 anos, o vencedor dos trials ainda sonha com uma presença no WCT. "É difícil, mas para mim tudo sempre foi mais difícil e, talvez por isso aprendi a não desistir." Venezuelano de nascimento, filho de pai venezuelano e mãe inglesa, Justin chegou a Portugal há 10 anos para competir num Mundial e apaixonou-se. Primeiro por uma portuguesa, depois pelo país.
"Tornei-me profissional quase por acaso. Na Venezuela não pensava muito nisso, mas aqui deram-me os meios e acabei por fazer vida do surf." Campeão nacional e europeu por Portugal, acha o WQS "ingrato", mas agora quer aproveitar: "Houve poucos wildcards a vencer um WCT mas estou confiante...nem sei, era o melhor que me podia acontecer.