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Bem-vindos a Supertubos

VEDETAS DO WCT RECEBIDAS POR ONDAS DE 3 METROS

E, finalmente, a "Search" encontrou. Supertubos demorou a aparecer, mas vestiu-se de gala, para receber os melhores surfistas do Mundo e explicar porque rebatizaram aquela que foi conhecida, em tempos, por praia de Medão.

Tubos que chegaram aos 3 metros foram a matéria-prima para produzir três notas 10, todas australianas. Bede Durbidge, Joel Parkinson e Owen Wright foram os heróis, seguidos de perto pelo compatriota Mick Fanning, que recebeu um 9,5, recompensa por uma das maiores "tocas" do dia.

A banda sonora que pontuava a chegada aos Super, às 8 da manhã, já fazia antever algo especial. O rugir das ondas não enganava: estava grande. Alguns dos tops já estavam dentro de água, a medir forças e habilidade com as pesadas paredes. À saída da água, Joel Parkinson, veterano de algumas das melhores ondas do Planeta, anunciava que tinha feito um dos tubos da sua vida.

Entretanto, outros partiam pranchas. De tal maneira que Bede Durbidge explicou mais tarde que não tinha entrado antes do arranque de competição para poupar material: "Estava a ver toda a gente a partir pranchas e quis prevenir-me."

ASSOBIOS

A atmosfera na praia era elétrica, um misto de tourada e concerto rock. De repente, soavam coros de assobios: ondas gigantes aproximavam-se e o público alertava os surfistas, já que estes tinham a perspetiva bloqueada pelos montes líquidos à sua volta.

No final apenas uma grande surpresa: a lesão de Owen Wright, que coloca Mick Fanning diretamente na final. E o senso de humor do líder do ranking: questionado se Peniche era um bom sítio para aprender a surfar, Fanning olhou para o mar e respondeu calmamente: "provavelmente não".

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