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Tiago "Saca" Pires fez história em 2008 ao tornar-se o primeiro surfista português a classificar-se para o WCT. O surfista da Ericeira já tinha ficado várias vezes à beira de entrar no "top 45", mas a introdução de um esquema de treino específico e um acompanhamento especializado também na vertente da psicologia do Desporto fez a diferença. O ano de "rookie" de Tiago não foi fácil e acabou por garantir a requalificação para o WCT através do WQS (circuito de qualificação). Mas na retina ficou o terceiro lugar no Rip Curl Search na Indonésia com a eliminação de Kelly Slater e uma exibição de luxo em Teahupoo, em que só foi travado pela matreirice de Joel Parkinson que o obrigou a cair numa interferência.
Para Peniche esperam-se grandes coisas de um Tiago que este ano, em França, já repetiu a graça de eliminar Kelly Slater. Com o público português do seu lado e a garra daquele que já é conhecido como "o surfista que mais trabalha no circuito", tudo é possível.
Marlon Lipke
"Sou outro português no circuito", anunciou este algarvio filho de alemães. É verdade que compete pelo país dos país mas apenas a dificuldade em encontrar patrocínios ditou essa opção. O ano não tem sido fácil para o luso-germânico, que não tem ido além de 33º lugares. Em Peniche terá, necessariamente, um lugar de actor secundário em prol de Tiago Pires, mas não faltarão bandeiras portuguesas desfraldadas pelo alemão com sotaque algarvio.
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