Federação aposta para elevar nível
Organismo federativo salienta importância da organização destes torneios no nosso País
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A Federação Portuguesa de Padel celebra mais uma semana importante para o desenvolvimento do padel nacional e de quem quer apostar cada vez mais na modalidade. A realização do FIP Silver e do torneio do circuito da FPPé mais uma prova disso, como explica Jean Paul Lares, vice-presidente com o pelouro das competições.
“Há dois objetivos estratégicos com este projeto: elevar o nível da competição para os jogadores portugueses que estão a fazer a transição para o profissionalismo e dar mais oportunidades aos que já são profissionais, porque podem ter acesso a pontos FIP sem terem de fazer viagens tão dispendiosas”, começa por referir.
Algo que não aconteceria sem o “auxílio precioso dos clubes”, sendo que o foco está em “criar um caminho que permita ir amealhando pontos que permitam estar regularmente nos quadros dos torneios principais” para ser possível seguir as pisadas de figuras de referência como Ana Catarina Nogueira, Sofia Araújo, Miguel e Nuno Deus, Miguel Oliveira, Diogo Rocha, entre outros.
E há portas abertas para sonhar com algo mais, como resume Jean Paul Lares: “Antes, o circuito principal era o WPT e houve mais de 10 edições em Portugal. A transição para Premier Padel teve várias consequências, como a subida muita grande das exigências financeiras para organizar uma etapa. Pensávamos já ter encontado soluções para trazer o Premier Padel e já contávamos que tivesse acontecido. Não vou fazer promessas, mas continuamos muito empenhados na missão de trazer o Premier Padel para Portugal. Há possibilidades em cima da mesa e acreditamos que possa haver novidades em breve.”
D6 Padel fez nascer dois courts móveis extra
Tendo em conta a dimensão das provas que se vão disputar nos Lisboa Racket Centre a partir de amanhã, houve dois courts móveis extra instalados. AD6 Padel assumiu esse desafio para deixar tudo uniforme. “Os campos móveis têm de responder a exigências diferentes das de uma instalação permanente. A mobilidade obriga a encontrar soluções construtivas que permitam montar, desmontar e transportar os campos, mantendo simultaneamente elevados níveis de resistência, estabilidade e segurança durante a sua utilização”, explicou-nos a empresa.
Uma das principais preocupações é “garantir que a característica móvel do campo não representa um compromisso ao nível da sua performance”, pelo que tudo foi feito com especial atenção “à robustez estrutural e aos detalhes construtivos”.
Mas a D6 Padel vai acompanhar tudo até ao último ponto. No final de cada dia de competição, “os dois campos são revistos pela equipa, com o objetivo de verificar o seu comportamento após um dia de utilização intensiva e identificar qualquer ponto que possa necessitar de um ajuste, afinação ou intervenção”.
Assim, existe a garantia de que “os campos mantêm ao longo de todo o torneio as condições de estabilidade, segurança e qualidade necessárias”, mas é algo que também demonstra “a importância que a D6 Padel atribui ao acompanhamento técnico e ao serviço, além da construção e instalação do campo.”