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Momento de viragem com Pascoal e Rocha
Uma nota comum: todos eles foram jogadores de ténis até aos escalões seniores. Agora vivem do padel a cem por cento, sendo também professores.
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"Poderei dizer que há um momento de viragem no padel em Portugal." Quem faz esta declaração é Ricardo Oliveira, presidente da Federação Portuguesa de Padel, que ontem recebeu mensagens de felicitações pela estreia de duas duplas portuguesas (Diogo Rocha/João Bastos e Vasco Pascoal/Miguel Oliveira) no quadro principal do Lisboa Challenger, algo inédito em provas do circuito internacional.
"A entrada de Diogo Rocha no top 100 mundial já estava prevista, e a partir de agora é possível pensar em outros jogadores. As portas estão abertas e a viragem começou aqui neste Lisboa Challenger", garantiu ao nosso jornal o líder federativo, que recebeu muitos elogios da comunidade internacional do padel. "Portugal está na rota do mapa mundial e isto é um excelente sinal para o Mundial em novembro", sublinhou Ricardo Oliveira acerca da competição que será organizada por João Lagos.
Os jogadores afirmam que não se trata de uma miragem o ingresso no top 100 mundial. "O ano passado poderia ter entrado se não fosse cancelada a prova em Lisboa. Não defendi esses pontos. Estive na 102ª posição e acredito que dentro de algum tempo possa entrar no clube centenário", sublinha Vasco Pascoal, que tem como colega Miguel Oliveira, residente em Espanha.
"Fui o primeiro a entrar no top 100, mas Portugal tem jogadores que me podem acompanhar. É uma questão de mais trabalho e de acreditar", confessa Diogo Rocha, nº 98 do Mundo, que tem como colega de equipa João Bastos.
Uma nota comum: todos eles foram jogadores de ténis até aos escalões seniores. Agora vivem do padel a cem por cento, sendo também professores.