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Chegou ao fim a ligação de 15 anos de Tomaz Morais com a Federação. O organismo prepara-se para nos próximos dias anunciar oficialmente a separação com o técnico que conduziu a Seleção no histórico apuramento para o Mundial de 2007, depois de ambas as partes não terem chegado a um acordo para a continuidade do antigo selecionador.
Depois de 9 anos no comando dos Lobos, Morais cedeu o seu lugar em 2010 a Errol Brain para assumir as funções de diretor técnico nacional. Deixou o cargo no ano passado, ainda no mandato de Amado da Silva, momento em que se iniciaram conversações, quer com a anterior direção quer com a atual, tendo em vista o seu enquadramento no projeto competitivo da FPR. Conversações essas que tiveram, agora, um ponto final, mesmo antes do desafio dos Lobos de 2007 frente aos Springbok Legends, no sábado.
O técnico chegou a confessar ao nosso jornal, em janeiro, que estava em diálogo com a estrutura de Luís Cassiano Neves para permanecer em funções diretamente ligadas à área da formação. Porém, o desgaste de 15 anos na estrutura e algumas divergências do ponto de vista técnico terão motivado a rotura. Além de selecionador e DTN, Morais foi também selecionador de sevens e acumulou funções durante largos períodos, além de ter sido sempre um ‘pronto-socorro’ nos momentos em que alguma das equipas enfrentava dificuldades.
Regresso a Cascais
Quem não perdeu tempo foi o Cascais, clube onde Tomaz Morais terminou a carreira de jogador, em 1995. O clube da Linha não esperou que a FPR anunciasse o fim da ligação do técnico para anunciar que chegaram a um acordo para os próximos 3 anos. Morais substitui, assim, João Bettencourt ao comando da equipa principal, mas vai também ser o diretor técnico de toda a estrutura competitiva do clube.
Sousa também sai
Além de Tomaz Morais, também Frederico Sousa se prepara para abandonar a estrutura federativa nos próximos dias. O técnico que sucedeu a Brain no comando da Seleção, em 2013, continuava nos quadros da FPR desde o verão de 2014, altura em que foi substituído por João Luís Pinto. Apesar do seu afastamento durante o legado de Amado da Silva, Sousa era um homem da confiança do antigo presidente, que via nele capacidades para desempenhar diversas funções, que não se esgotavam nos cargos técnicos. O mesmo entendimento não terá a atual direção e o treinador do ano em 2013 vai mesmo abandonar a estrutura.
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