‘Sinal’ dos clubes levará a saída em bloco na FPR

A rejeição das propostas apresentadas pela direção levou Luís Cassiano Neves a abandonar a liderança

• Foto: Pedro Simões

A rejeição das propostas apresentadas pela direção da federação, por parte da assembleia geral, foi a ‘gota de água’ que levou Luís Cassiano Neves a tomar a decisão de abandonar a liderança do organismo – o que ainda não foi consumado ou, sequer, confirmado oficialmente.

Segundo apurámos, o facto de os delegados, além de terem rejeitado o aumento da taxação aos clubes, ainda terem aprovado medidas diametralmente opostas, foi interpretado pelo dirigente como um sinal de que a maioria dos clubes desejavam a sua saída e não estariam dispostos a permitir a ‘governabilidade’ do organismo até ao final do mandato, em 2019.

É que, no entender da atual direção, as medidas propostas serão inevitáveis a curto prazo. Cassiano Neves, aliás, estará convicto de que a AG irá aprová-las – ou a outras muito semelhantes – pouco depois de deixar o cargo, convicção partilhada pelos restantes elementos da sua equipa, que o seguirão na sua posição. O ‘vice’ António Vieira de Almeida, de resto, foi o primeiro a abandonar o elenco "por motivos pessoais", conforme referido em comunicado.

A confirmar-se a saída em bloco de toda a direção, a mesa de assembleia geral assume administrativamente o comando da FPR e tem um período de 2 meses para convocar novas eleições. A direção que for eleita neste ato assumirá funções apenas até 2019, altura em que, estatutariamente, se inicia um novo ciclo e serão convocadas novas eleições.

Por Sérgio Lopes
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