A tenista brasileira Beatriz Haddad Maia conquistou este domingo o WTA Elite Trophy em Zhuhai, na China, ao bater na final a chinesa Qinwen Zheng, num jogo decidido em apenas dois sets.
Haddad Maia, número 19 no ranking mundial, superou a 18.ª da hierarquia pelos parciais de 7-6 (13-11) e 7-6 (7-4), num encontro disputado em piso duro e que teve a duração de duas horas e 52 minutos.
A tenista brasileira, de 27 anos, conquistou o terceiro torneio da carreira, o primeiro em 2023, depois de ter vencido em Nottingham e em Birmingham, ambos em 2022.
No primeiro set, ambas as tenistas conseguiram uma quebra de serviço e acabou por ser o tie-break a decidir a vencedora, com a brasileira a superar a chinesa, após uma longa disputa, que apenas ficou fechada no 13-11.
No segundo set, Haddad Maia ainda serviu com 5-4 a seu favor para fechar o jogo, mas Qinwen Zheng, a jogar em casa, conseguiu vencer e acabou por ser novamente o tie-break a decidir quem levava a melhor.
A brasileira ainda desperdiçou um match-point, mas na segunda oportunidade fechou o encontro e selou o triunfo mais importante da carreira.
O WTA Elite Trophy foi criado em 2015 e junta as 12 melhores tenistas fora dos top-8 mundial. A competição, que não se realizava desde 2019, voltou a ser disputada este ano.
Por LusaPortuguês foi eliminado pelos parciais 6-4, 2-6 e 10-4
Temporada de 2026 com aumento substancial de provas femininas WTA125
Tenista português e o romeno Victor Cornea levaram a melhor frente à dupla da casa composta por Stefan Horia Haita e Rares Teodor Pieleanu
Português cede diante do bósnio Damir Dzumhur
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"