Federação queniana emite comunicado após vídeo viral de jogadora em torneio profissional que... nem sabia servir

Federação queniana emite comunicado após vídeo viral de jogadora em torneio profissional que... nem sabia servir

Correu o mundo o vídeo da atuação (nada abonatória) da egípcia Hajar Abdelkader no ITF de Nairobi e, depois de tanta exposição mediática, a Federação Queniana de Ténis acabou forçada a reagir e esclarecer toda a situação. Numa nota de imprensa, o organismo queniano explica que o wild card foi atribuído à jogadora em causa depois de uma desistência no quadro principal, após esta ter submetido um pedido no qual garantia ter experiência competitiva para jogar a este nível. Algo que, a julgar pelo vídeo... não é bem o caso.

"A Sra. Abdelkader recebeu o wildcard depois de ter submetido o seu pedido formal e viajou na terça-feira de manhã. A vaga ficou livre depois de uma desistência de última hora do atleta que tinha esse wild card, mas que optou por jogar no quadro de qualificação. Naquele momento, a Sra. Abdelkader era a única jogadora que tinha requisitado um wild card e a decisão foi tomada com base na informação providenciada e no interesse de manter um quadro completo e equilibrado, sempre servindo os interesses da evolução do ténis africano", pode ler-se na nota, na qual a Tennis Kenya assume que este wildcard, no final de contas, "não devia ter sido atribuído".

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Na mesma comunicação, a federação queniana refere que a jogadora egípcia indicou que tinha experiência competitiva apropriada e que esse fator foi essencial para a atribuição desta entrada direta no quadro principal.

De resto, o caso assume proporções mais caricatas quando a Federação Egípcia de Ténis assume à BBC não ter qualquer conhecimento desta jogadora...

Por Fábio Lima
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