– Há algum motivo especial para ter vindo ver o jogo Coria-Costa?
– Sou amigo do Albert Costa. Conhecemo-nos em Barcelona. Vim aqui hoje para gritar por ele, mas não foi o suficiente. Foi pena que tenha sido já eliminado. O Costa fez um grande jogo; só que o adversário que lhe tocou [Guillermo Coria] é muito difícil.
– Albert Costa também o vai ver jogar?
– De vez em quando costuma ir ver uns jogos.
– E o Hugo pratica ténis?
– Não. Jogo muito mal. Aprendi qualquer coisa hoje.
– Já jogou alguma partida de ténis com o Costa?
– Nunca tive oportunidade. Talvez para o ano, na final do Estoril Open (risos).
– Com Albert Costa de fora, quem é para si ,agora, o favorito?
– Talvez o Ferrero. É um candidato forte. Mas também não percebo muito de ténis para poder estar a dar palpites. Admiro o Ferrero, mas o meu preferido era o Albert Costa, pela nossa amizade.
– No ténis como no futebol os jogadores reclamam das decisões dos árbitros. O Costa [ontem] também reclamou. Como vê esta situação?
– Se fosse no futebol era pior. Quando vejo ténis, estão sempre a avisar-me: "Cuidado, não se pode falar". Venho do meio do futebol e é diferente. O ténis é um desporto individual e o futebol é colectivo. Somos onze. No ténis está tudo dependente da mesma pessoa.
– Como é que compara estes casos no ténis e no futebol?
– É muito melhor no ténis. O árbitro não tem problemas. Está sentadinho. E normalmente, quando há discordâncias, chegam sempre a acordo. No futebol não se pode voltar atrás.
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