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Juan Carlos Ferrero quebrou o silêncio em tempos de Natal e abordou pela primeira a separação profissional de Carlos Alcaraz, em entrevistas à RTVE e ao jornal ‘Marca’.
O antigo número um ATP explicou que a decisão não surgiu de um momento de rotura e que foi inesperada, negando que o aspeto financeiro tenha sido o motivo principal da separação. Disse que dinheiro “nunca foi o mais importante” e que sempre demonstrou isso desde cedo na sua carreira como treinador.
“É verdade que quando acaba um ano há certas coisas a rever a nível de contratos. Havia certos pontos em que não concordávamos. Não estou aqui para apontar a ninguém. A relação com toda a equipa de Alcaraz sempre foi muito boa. Estou triste, mas com sentimento de dever cumprido”, confessou o antigo jogador.
Sobre o futuro, o técnico valenciano não descartou voltar a trabalhar com o atual número 1, reconhecendo o potencial do compatriota de 22 anos: “Estou convencido de que tem possibilidades de ser o melhor tenista da história”.
O pai de Alcaraz, sem adiantar as razões da separação, disse, a propósito das declarações de Ferrero, que “cada um é livre de dizer o que pensa", disse.
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