As cláusulas inaceitáveis e o prazo limite de 48 horas: separação entre Alcaraz e Ferrero dá que falar

Alcaraz e Ferrero celebram vitória em Roland Garros após rumores de separação
• Foto: EPA

A separação entre Carlos Alcaraz e Juan Carlos Ferrero caiu que nem uma bomba no ténis mundial e em Espanha continuam à procura... da razão. As últimas informações apontam para a negociação do novo contrato como a causa decisiva da rutura.

O treinador recebeu a proposta na manhã de sábado, com um prazo limite de apenas 48 horas para aceitar ou rejeitar os termos apresentados... e não gostou do que leu.

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O documento continha várias cláusulas que Juan Carlos Ferrero considerou inaceitáveis. Apesar de prever uma redução salarial, o aspeto financeiro não foi o principal ponto de discórdia. As divergências surgiram em matérias não diretamente ligadas ao ténis, relacionadas com condições de trabalho e enquadramento profissional, que o antigo número um mundial entendeu não estarem alinhadas com a sua função.

A separação marca o fim de uma das relações mais bem-sucedidas do ténis mundial nos últimos anos e a surpresa foi geral, mesmo para quem os conhece bem como é o caso de Toni Nadal. "Quem paga, paga para ouvir aquilo que quer ouvir", lembrou o tio de Rafael Nadal, com quem trabalhou cerca de 15 anos.

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Kiko Navarro, o primeiro treinador de Alcaraz, assegura por seu turno que a decisão não foi tomada por Alcaraz, mas pela família. A imprensa espanhola adianta que já havia há muito tensão entre o pai do líder mundial e Juan Carlos Ferrero.

Por José Morgado
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