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Polaca foi sancionada por um controlo antidoping positivo a trimetazidina em agosto de 2024
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A Agência Mundial Antidopagem (AMA) anunciou esta segunda-feira que não vai recorrer da suspensão de um mês da tenista Iga Swiatek, sancionada por um controlo antidoping positivo a trimetazidina em agosto de 2024.
"A AMA confirma que, após uma análise minuciosa, não vai recorrer ao TAS no caso da tenista polaca Iga Swiatek, que testou positivo por trimetazidina, uma substância proibida, em agosto de 2024", lê-se em comunicado do organismo antidopagem.
Os peritos científicos da AMA consideraram que a justificação apresentada pela número dois mundial e aceite pela Agência Internacional para a Integridade do Ténis (ITIA, nas siglas em inglês), uma contaminação médica, era "plausível", não existindo assim "bases científicas" para contestar a suspensão no TAS.
"Adicionalmente, a AMA procurou aconselhamento jurídico externo, que considerou que a explicação da contaminação da atleta estava bem documentada, que a decisão da ITIA estava conforme com o Código Mundial Antidopagem e que não havia fundamento razoável para recorrer ao TAS", conclui.
A vencedora de cinco torneios do Grand Slam teve um controlo positivo fora de competição em agosto, mas defendeu que não utilizou a substância proibida, usada para o tratamento de problemas cardíacos, e que o resultado anómalo se deveu à contaminação de um medicamento sem prescrição, a melatonina, ao qual recorreu para combater problemas que estava a ter para dormir.
A ITIA aceitou a justificação da antiga líder do ranking mundial e suspendeu a polaca por apenas um mês, por considerar que o seu nível de culpa era muito baixo.
Swiatek tinha sido suspensa preventivamente de 22 de setembro a 04 de outubro, falhando os torneios de Seul, Pequim e Wuhan.
A decisão da AMA no caso de Swiatek contrasta com a que tomou quanto a Jannik Sinner, o número um masculino, que em março deu positivo duas vezes por clostebol, um esteroide anabolizante proibido e também foi ilibado pela ITIA.
No caso do italiano, o organismo antidopagem recorreu ao TAS por estimar que essa conclusão "não é correta de acordo com as normas aplicáveis", pelo que solicita "um período de suspensão de entre um a dois anos" para Sinner, mas não "a desclassificação de quaisquer resultados" além dos que já foram determinados pela ITIA.
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