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Foi o primeiro na história a arbitrar as quatro finais do Grand Slam e a final de uns Jogos Olímpicos
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O português Carlos Ramos, o primeiro na história a arbitrar as quatro finais do Grand Slam e a final de uns Jogos Olímpicos, anunciou hoje o final da carreira, depois de ter estado no encontro decisivo do Estoril Open.
O mais conceituado dos árbitros portugueses, e o primeiro a completar o 'Golden Slam' - arbitrou todas as finais masculinas dos quatro 'majors' e dos Jogos Olímpicos Londres2012 -, escolheu a final do único torneio ATP disputado em Portugal para arbitrar o seu último encontro.
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"A minha carreira começou em Lisboa, em Portugal, na outra versão do Estoril Open. Era normal e óbvio que acabasse no Estoril Open. Acaba, é uma página que se vira, com imensa gratidão, com imensa humildade. O ténis e a arbitragem fizeram de mim a pessoa que sou hoje", garantiu Carlos Ramos, durante a homenagem que lhe foi feita pela organização, após a final de singulares, que consagrou o norueguês Casper Ruud como campeão.
O árbitro português, de 52 anos, encerra a carreira depois de ter estado em quatro finais masculinas do Open da Austrália (2005, 2008, 2014 e 2016), e numa em Wimbledon (2007), Roland Garros (2008) e Open dos Estados Unidos (2011).
Além da final masculina de Londres2012 e de finais da Taça Davis, arbitrou ainda finais femininas em Roland Garros (2005), Wimbledon (2008) e Open dos Estados Unidos (2018), assim como da Fed Cup.
"Estou muito grato ao ténis, ao público português. [...] Não podia ter sonhado com uma forma melhor de acabar a minha carreira de árbitro de cadeira", disse, sendo ovacionado pelo público que lotou o court central do Clube de Ténis do Estoril.
O último encontro como árbitro de Carlos Ramos foi a final do Estoril Open, na qual Casper Ruud se impôs ao sérvio Miomir Kecmanovic com os parciais de 6-2 e 7-6 (3), em uma hora e 49 minutos.
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