Divórcio do agente terá 'tramado' Sharapova

Argumento de Max Eisenbud foi rejeitado em tribunal

Maria Sharapova foi suspensa esta quarta-feira por dois anos - a russa vai recorrer da decisão da Federação Internacional de Ténis, suportada por um tribunal independente - e o longo comunicado publicado no site da entidade que gere o ténis mundial revela uma série de factos... caricatos. 

Um dos mais relevantes é o argumento do agente da russa, Max Eisenbud, que assumiu em tribunal a responsabilidade de não ter verificado a nova lista de produtos proibidos no final de 2015 devido... ao divórcio com a sua mulher.

"O senhor Eisenbud disse em audiência que costumava verificar o nome das novas substâncias proibidas todos os anos nas férias com a sua mulher, habitualmente nas Caraíbas, e justificou que este ano não o fez porque não foi de férias para esse local, por se ter separado da mulher", pode ler-se no comunicado da ITF.

Essa argumentação foi taxativamente recusada pelo tribunal. "A ideia de que um agente profissional, ligado à IMG e representante de uma das maiores figuras do desporto mundial, verificaria de forma tão casual e pouco apropriada a lista de substâncias proibidas no programa de anti-doping é para nós inacreditável. O tribunal rejeitou essa argumentação."

Por José Morgado
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