Djokovic "sem arrependimentos" depois de falhar Indian Wells e Miami por não estar vacinado contra a Covid
Tenista sérvio está impedido de entrar nos EUA
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Novak Djokovic abordou a sua proibição de entrada nos Estados Unidos da América e consequente ausência no torneio de Indian Wells e Open de Miami, mostrando-se confortável com a situação. O tenista sérvio não é vacinado contra a Covid-19 e, por isso não pode entrar nos EUA, mas garante que não tem arrependimentos e acredita que no US Open as regras já serão diferentes relativamente à entrada naquele país.
"Não me arrependo. Aprendi ao longo da vida que os arrependimentos apenas te prendem e fazem-te viver no passado, não quero isso. Eu também não quero viver muito no futuro. Quero estar tanto quanto possível no presente, mas claro que pensando no futuro, criar um melhor", começou por dizer o jogador numa entrevista à CNN.
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"É uma pena não jogar em Indian Wells e Miami. Adoro esses torneios, tive muito sucesso. Ao mesmo tempo, é uma decisão consciente que tomei e sabia que existia a possibilidade de não ir. É o estado atual que espero que mude ainda este ano para o US Open. Esse é o torneio mais importante para mim em solo americano", vincou.
O anterior número um do ranking ATP perdeu entretanto o seu lugar para o jovem Alcaraz, que aproveitou a ausência do sérvio para vencer Indian Wells. "Dou-lhe os parabéns, ele merece a liderança", disse Nole.
Djokovic aproveitou também para comentar a longa rivalidade com Rafael Nadal e Roger Federer: "Eles tornaram-me mais forte, tanto mentalmente, como fisicamente. O meu jogo melhorou por todas essas partidas que jogámos uns contra os outros, principalmente pelas que perdi com eles, grandes partidas", rematou.