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Antigo tenista assume que momento vai ficar "gravado" na sua memória e no seu coração
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O ex-tenista João Sousa assumiu que a cerimónia em que foi condecorado com o grau de Oficial da Ordem do Mérito pelo Presidente da República vai ficar "gravada" na sua memória e no seu coração.
"É um privilégio enorme receber esta distinção e foi mesmo uma cerimónia que vai ficar gravada na minha memória e no meu coração", declarou à agência Lusa o melhor tenista português de sempre.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou João Sousa, que se retirou do ténis na quarta-feira, com o grau de Oficial da Ordem do Mérito, numa cerimónia realizada no Palácio de Belém.
"Foi um momento muito bonito, não só pela cerimónia em si, obviamente, mas pelo reconhecimento do que eu mais gosto de fazer, que é jogar ténis, e por tudo aquilo que alcancei na minha carreira. É sempre um orgulho e privilégio ser recebido pelo Presidente da República, e ser condecorado pelos bons resultados e por ser um exemplo para o ténis e para o desporto", revelou.
O vimaranense, de 35 anos, encerrou na quarta-feira a carreira profissional, ao fim de 17 anos ao mais alto nível, no Estoril Open, onde se sagrou campeão em 2018.
João Sousa conquistou ao longo da carreira quatro títulos ATP (Kuala Lumpur, em 2013, Valência, em 2015, Estoril Open, em 2018, e Pune, em 2022), tornou-se no único tenista a representar Portugal duas vezes em singulares nos Jogos Olímpicos (Rio'2016 e Tóquio'2020), teve 33 internacionalizações na Taça Davis, um recorde, e atingiu o 28.º lugar na hierarquia ATP, em maio de 2016, o melhor ranking de sempre de um jogador português.
Na cerimónia no Palácio de Belém, o já retirado tenista fez-se acompanhar da mãe Adelaide, da namorada Mafalda e do presidente da Federação Portuguesa de Ténis, Vasco Costa, com o pai e irmão ausentes por compromissos profissionais.
"Estavam pessoas importantes presentes e foi um momento muito bonito", acrescentou ainda, descrevendo a condecoração como "um momento muito íntimo e ao mesmo tempo profissional" e lembrando que Marcelo Rebelo de Sousa, um assumido adepto de ténis, "seguia muito de perto" a sua carreira.
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