Nuno Borges dá salto rumo ao futuro
Portugueses tem grandes desafios pela frente em 2024
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Nuno Borges, de 26 anos, viu ontem confirmada a subida ao 47.º posto do ranking mundial (era 69.º?), tornando-se no segundo português a atingir o top 50 ATP de singulares, depois de João Sousa, que passou vários anos dentro dessa elite, tendo mesmo chegado a ser 28.º ATP (2016).
Tudo isto, numa semana em que Portugal tenta qualificar-se para as Davis Cup Finals pela primeira vez, numa oportunidade histórica, já que poderá ser a última ocasião em que Nuno Borges e João Sousa, o melhor luso de sempre, competirão juntos na mesma equipa. A seleção portuguesa já chegou à Finlândia, que será o nosso rival neste momento que pode ser fundamental na história do ténis nacional.
O maiato, que chegou aos oitavos de final do Australian Open, um feito inédito no ténis português, somou em Melbourne 200 pontos fundamentais para essa ascensão, muito importantes antes de entrar nos dois meses da temporada em que defende mais pontos — cerca de 300 entre fevereiro e março, período no qual em 2023 venceu dois Challengers importantes, em Monterrey (125) e Phoenix (175).
ATP em vez de Challenger
Este ano e com o ranking que já tem nesta altura, nem sequer é de esperar que Nuno Borges dispute os torneios Challenger do outro lado do Atlântico, tentando compensar esses pontos somente com torneios ATP.
O seu calendário contempla em fevereiro, para além da Taça Davis – o duelo com a Finlândia é já no próximo fim de semana –, os torneios ATP 250 de Delray Beach e Los Cabos e o ATP 500 de Acapulco, a fechar o mês.