Roland Garros recusa 'wild-card' a Maria Sharapova

Convites são para quem regressa de lesão. Não para quem regressa de doping", explica presidente da Federação Frances de Ténis

• Foto: EPA

A antiga número um mundial Maria Sharapova viu esta terça-feira ser-lhe recusado um 'wild card' que lhe permitiria participar no Torneio de Roland Garros, o segundo Grand Slam da temporada.

A tenista russa, de 30 anos, duas vezes vencedora da prova francesa, regressou recentemente de uma suspensão de 15 meses, devido à utilização de doping, ocupa atualmente a 211.ª posição do ranking mundial, não dispõe de pontos suficientes para entrar no quadro principal ou mesmo no 'qualifying' de uma prova do Grand Slam.

Só mesmo um convite da organização poderia abrir as portas de Roland Garros a uma tenista que, apesar da suspensão, continua a arrastar consigo uma legião de fãs. A federação francesa de ténis, através do seu presidente, foi clara na explicação dos motivos para a não atribuição de um 'wild card' a Maria Sharapova.

"Os 'wild cards' são para quem regressa de lesão e não para quem regressa de doping. Lamento muito pela Maria, lamento muito pelos seus fãs, devem estar muito desiludidos, ela deve estar muito desiludida, mas é minha responsabilidade, é minha missão, proteger o jogo e fazer com que ele sejam disputado sem levantar quaisquer dúvidas", defende Giudicelli, no vídeo publicado na sua página de Facebook, no qual revela os nomes de todos os participantes presentes no torneio francês.

Por João Lopes
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