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Tenista português junta-se a Nuno Borges, Francisco Cabral, Jaime Faria e Henrique Rocha
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Tiago Pereira é a novidade da Seleção Nacional de ténis para o encontro da Taça Davis com a China, a 6 e 7 de fevereiro, que inclui ainda Nuno Borges, Francisco Cabral, Jaime Faria e Henrique Rocha, foi esta quinta-feira anunciado.
"O Tiago Pereira tem vindo a evoluir bastante e, nos últimos meses, tem obtido bons resultados não só em singulares como em pares, o que faz dele uma opção para as duas variantes", referiu o capitão Rui Machado sobre o estreante.
Além do algarvio, de 21 anos, classificado na 265.ª posição do ranking mundial, a aposta de Rui Machado recaiu em Nuno Borges (45.º) e Francisco Cabral (20.º), os melhores tenistas lusos da atualidade em singulares e pares, respetivamente, além de Henrique Rocha (157.º) e Jaime Faria (151.º).
A representar a Seleção desde 2021 e uma presença assídua no top'100 desde 2022, Nuno Borges (45.º e ex-30.º do mundo) já disputou oito eliminatórias, merecendo a confiança tanto nos singulares como nos pares, tendo por registo cinco vitórias e outros tantos desaires a solo e o mesmo número de sucessos e revezes nas duplas (4-4).
Com a melhor classificação de sempre de um português no ranking mundial, Francisco Cabral teve ascensão meteórica em 2025 como especialista de pares.
O olímpico português, de 29 anos, é 20.º da hierarquia ATP nas duplas após a conquista de três troféus ATP (Atenas, Hangzhou e Gstaad) em 2025, com o austríaco Lucas Miedler como parceiro.
No entanto, ao lado do compatriota Nuno Borges, o portuense também somou ao currículo o título do Estoril Open em 2022, ano no qual se estreou na Taça Davis e deu início aos oito encontros disputados com 50% de eficácia (4-4).
Portugal não compete em casa desde setembro de 2022, então frente ao Brasil, e a condição de visitante tem sido favorável, mas Rui Machado confia no grupo que vai levar para a China.
"Temos noção que vai ser uma eliminatória bastante difícil frente a uma equipa com jogadores experientes, com bastante potencial e que já provaram conseguir jogar a um nível muito alto", considerou sem saber ainda os escolhidos do homólogo Di Wu.
Rui Machado recordou que na última experiência fora, Portugal perdeu frente ao Peru "em condições que não eram favoráveis", mas lembrou que Portugal também já mostrou ser capaz de ganhar como visitante.
"Tivemos uma vitória em piso rápido na Áustria [setembro de 2023] com a maior parte destes jogadores em prova. Sinto que a equipa vai ter oportunidade de chegar em forma. Pelo que tenho tido oportunidade de falar com eles estão a sentir-se bem", salientou Rui Machado.
Portugal vai visitar a China no playoff do Grupo I da Taça Davis, no qual tentará evitar a descida ao Grupo II, onde não está desde 2015.
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