WTA proíbe tenista de homenagear vítimas mortais do acidente ferroviário de Espanha

Em causa está medida aprovada em 2024

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Kaitlin Quevedo em court no Mutua Madrid Open 2025
Kaitlin Quevedo em court no Mutua Madrid Open 2025 • Foto: AP
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A tenista espanhola Kaitlin Quevedo foi proibida pelo Women's Tennis Association (WTA) de utilizar um laço preto como forma de homenagem às vítimas do em Urda, na província de Toledo, que causou a morte de 69 pessoas, durante a vitória sobre Anna Bondar (7-5 e 6-3) no WTA 250 de Guangzhou, na China, na quinta-feira.

Em causa está uma medida aprovada pelo WTA no dia 1 de outubro de 2024 que proíbe a "exibição de qualquer símbolo ou slogan que esteja associado ou pretenda estar associado a uma organização de beneficência, causa, movimento ou partido político nas jogadoras ou equipamento, antes, durante ou depois de disputar um jogo nos torneios da WTA, a menos que faça parte de uma iniciativa ou campanha oficial apoiada pela WTA", segundo o jornal 'AS'. 

Enquanto a tenista de 20 anos viu ser-lhe negada essa forma de homenagem, o ATP permitiu Rafael Jódar, jovem promessa do ténis espanhol, entrar em court frente a Valentin Vacherot com um laço preto na manga do equipamento, no ATP 500 de Basileia, em homenagem a todas as vítimas do trágico acidente. 

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