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Nasceu na Sibéria há 28 anos e não se dá mal com o calor por desde os 9 anos viver na Florida. Em Wimbledon, Maria Sharapova teve as melhores recordações de infância ao conquistar o torneio com apenas 17 anos e agora, volvidos 11 anos, a russa reconhece que "tinha uma cara de bebé". Diz que viveu uma grande emoção, que jamais esquecerá.
No circuito, a rainha da Sibéria, começa a ser vista como uma veterana, mas a russa quando regressa a Wimbledon sente-se com uma energia renovada. E depois de ter ganho à modesta holandesa Richel Hogenkamp, por 6-3 e 6-1, a atual n.º 4 do ranking WTA foi bastante precisa nos seus comentários. "Não estou em final de carreira. Espero aumentar o meu número de títulos em torneios do Grand Slam. Wimbledon é algo muito especial para mim e quero ganhar mais vezes", referiu Sharapova.
Calor
O dia de ontem foi marcado pelas altas temperaturas e por um novo recorde. "Foi batido o recorde de temperatura em Wimbledon, com os termómetros a subirem até aos 35,7 graus", lê-se num comunicado publicado no site oficial do torneio. A temperatura de ontem ultrapassou em 1,1 graus o antigo recorde (34,6º), que se mantinha desde o famoso verão quente de 1976, ano em que o sueco Bjorn Borg conquistou o primeiro dos 5 títulos seguidos. Como era de esperar gerou-se alguma polémica com as regras, que permitem que só as mulheres possam ter um descanso de 10 minutos quando a temperatura ultrapassar os 30,1 graus no campo. Foi isso que aconteceu. O australiano Bernard Tomic questionou: "Acham que a regra é justa?"
Depois de concluída a jornada, o central foi evacuado devido a ameaça de incêndio. A polícia e os bombeiros foram chamados ao local.
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