Calendário polémico
Todos os anos o cenário é o mesmo. Antes do Masters são várias as jogadoras a abdicarem da presença naquele que é considerado o Campeonato do Mundo, por agrupar as oito melhores do ranking mundial. Mas de ano para ano a competição tem vindo a perder interesse. O escalonamento do final da temporada está feito e salvo raras exceções pouco adianta estar a correr para subir um degrau. Só a corrida pela liderança transporta algum entusiasmo e a Caroline Wozniacki basta uma vitória apenas para entrar como líder em 2011.
As jogadoras estão cansadas e precisam de férias. A lição a extrair é a de que os responsáveis da WTA também deviam pensar melhor na estruturação do calendário e não obrigar jogadoras como Azarenka a viajar de Moscovo para Doha sem sequer uma semana de intervalo. Na competição masculina também há falhas, o torneio de Londres é daqui a um mês, mas respeita-se o descanso das grandes figuras. É certo que o circuito é feito para gerar dinheiro, mas o espetáculo por vezes é pobre.