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Português é o terceiro do ranking global
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Vasco Vilaça é a maior esperança portuguesa numa medalha nos Mundiais de triatlo, que vão decorrer em Wollongong, Austrália, com estreia na quinta-feira, dia em que o sub-23 João Nuno Batista pode surpreender com o pódio.
Terceiro do ranking mundial, Vasco Vilaça tem ainda uma esperança de chegar ao título, sabendo, de antemão, das dificuldades: precisa vencer e esperar que o líder do campeonato, o australiano Matthew Hauser, que tem dominado claramente a época, não atinja o pódio.
As finalíssimas das elites, que valem o dobro dos pontos, são as únicas competições a decidir-se por ranking, enquanto nos sub-23, juniores e paratriatlo os pódios traduzem diretamente o desempenho em prova.
Campeão do Mundo júnior em 2017 e sub-23 em 2021, o australiano Mattwew Hauser tem dominado a época, vencendo três das cinco etapas disputadas até agora, apresentando-se com 3.000 pontos.
Ainda com hipótese de ganhar, o brasileiro Miguel Hidalgo chega com dois pódios nas derradeiras etapas e um acumulado de 2.780 pontos, apenas mais cinco do que Vasco Vilaça, vice-campeão do Mundo em 2020, e que soma três segundos lugares este ano.
Ricardo Batista, sexto em Paris'2024, surge na 11.ª posição, com 1.670 pontos, enquanto Miguel Tiago Silva é 34.º, com 906.
No evento feminino, compete somente Maria Tomé, 11.ª em Paris, que segue em 19.º do ranking, com 1.354 pontos, distante da dupla que lidera ex-aequo, a francesa Cassandre Beaugrand e a britânica Beth Potter, ambas com 2.925.
Nas restantes provas, João Nuno Batista tem a possibilidade do seu primeiro pódio em sub-23, depois de ter sido duas vice-campeão do Mundo júnior em Quarteira, em 2021, durante a covid-19, e campeão posteriormente, em 2023, em Hamburgo, Alemanha.
No paratriatlo, Filipe Marques tem também aspirações a medalha, depois de ter sido quarto nos Jogos Paralímpicos Paris'2024.
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