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Segue-se agora duas regatas decisivas da frota de ouro
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Diogo Costa e Carolina João subiram a oitavos da classe 470 do Troféu Princesa Sofia de vela, na véspera das duas regatas decisivas da frota de ouro, com Beatriz Gago/Rodolfo Pires a serem segundos antes de serem abalroados.
Graças a um nono e a um quarto lugares nas regatas disputadas esta quinta-feira em Palma de Maiorca, em Espanha, os olímpicos portugueses regressaram ao top 10 e vão procurar, na sexta-feira, garantir um lugar nas medal races.
"Hoje, estava um vento mais estável, mais fácil de navegar. A popa também com umas ondas mais giras para poder 'surfá-las", descreveu Carolina João à Lusa.
A velejadora lusa e Diogo Costa somam 45 pontos, menos dois do que os italianos Elena Berta e Giulio Calabro, que caíram do terceiro para o 10.º posto.
"O objetivo realmente é ir à regata das finais, para a luta das medalhas. Estamos contentes com o dia. Amanhã [na sexta-feira], vai haver mais duas regatas", pontuou.
Se João e Costa estão bem encaminhados para lutar por um lugar no top 10 que lhes permita competir no sábado, Beatriz Gago e Rodolfo Pires cumpriram escrupulosamente o propósito de irem "regata a regata", sendo segundos na primeira desta quinta-feira.
"O nosso objetivo era corrigir erros que ontem [quarta-feira] foram cometidos e dificuldades que sentimos a bordo. A primeira regata foi bastante bem conseguida, desde o início estivemos sempre na frente, conseguimos completar a regata no segundo lugar, o que nos deixou bastante satisfeitos", resumiu Rodolfo Pires, à Lusa.
À chegada ao Clube Náutico do Arenal, o velejador luso contou que entraram na segunda regata dos 470 "com a confiança máxima".
"Começámos superbem a regata, estávamos a controlar bastante bem. A chegar à primeira boia, a frota juntou-se bastante e tivemos uma perda, mas estávamos perto de todos. Honestamente, acreditava que era o momento em que íamos recuperar e, não sei como isto aconteceu, mas houve um barco [...] que, por algum, vira-se", detalhou.
A embarcação portuguesa também se virou, com os dois barcos a ficarem presos. "Completámos a regata, longíssimo de toda a gente, e ficámos em último [em 22.º], mas não tínhamos maneira de recuperar. Foi o acidente mais estranho que tive na minha vida, nunca pensei honestamente", completou.
Igualmente na frota de ouro, mas em ILCA 7, Lourenço Mateus foi 21.º na primeira regata e 42.º na segunda, descartando este resultado para somar 78 pontos e ocupar o 29.º lugar.
Entre as mulheres, na frota de prata de ILCA 6, Maria Teresa Figenschou foi 11.ª na terceira regata da jornada, após ter sido 30.ª e 35.ª -- um resultado que descartou -- nas duas anteriores.
Já Madalena Wanzeller foi 14.ª na primeira regata da frota de prata de ILCA 6, sendo 29.ª na seguinte (a última não contou), enquanto Luísa Peres contabilizou uma 26.ª e uma 41.ª posições.
Também na frota de prata da classe 49er FX, Teresa Quartin e Rita Borges concluíram as duas regatas na 35.ª posição.
Na fórmula kite, Tomás Pires de Lima entrou pela primeira vez na água para competir e foi segundo na primeira regata da frota de prata, abdicando das restantes para prosseguir a recuperação da infeção bacteriana.
Já a sua irmã, Mafalda Pires de Lima, teve um dia que descreveu como "mau", somando um 13.º, um 15.º, um 16.º e um 21.º lugares nas regatas do dia, para um total de 136 pontos, que a deixam na 19.ª posição no kite feminino.
No IQ Foil, Ricardo Correia ficou fora da frota de ouro, após as quatro regatas disputadas esta quinta-feira.
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