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É uma medida inovadora e que será posta em prática ja na época 2022/23, que arranca hoje por terras brasileiras.
A Superliga de Voleibol do Brasil passará a ter um enquadramento disciplinar onde qualquer ato de discriminação (raça, género, orientação sexual, religião, pessoas idosas ou com deficiência) obriga o clube a encontrar o responsável e adotar medidas.
Se nada acontecer, o clube em causa perderá um ponto. Esta nova regra será respeitada na edição masculina e feminina da Superliga e inclui todos os envolvidos - jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos.
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