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Carlos Teixeira cumpre experiência em estreia internacional, após ter jogado por Castelo da Maia, V. Guimarães e Benfica. O líbero do Stade Poitevin, 2.º classificado do principal campeonato francês, refere que o voleibol praticado em França é muito diferente daquele que se joga em Portugal. “É muito mais agressivo. Só para se perceber a grande competitividade que existe no campeonato, só no fim-de-semana passado conseguimos obter a primeira vitória em casa por 3-0. Somos os segundos classificados e já estamos na segunda volta. Cada jogo em França é encarado como se de uma final se tratasse.”
Para o internacional, tudo se resume a uma questão de fundo. “O que é diferente entre o voleibol português e francês é a mentalidade. Aqui joga-se com maior agressividade, os jogos são sempre encarados desta forma. Já em Portugal havia um pouco o hábito do relaxamento, do deixar andar.”
Neste momento, o Poitevin está a dois pontos da liderança e com cinco de vantagem sobre o 3.º classificado. Entretanto, a equipa recebe hoje o Olympiacos na 2.ª mão dos quartos-de-final da Taça CEV e a tarefa é difícil, após derrota por 0-3 na 1.ª mão.
A saída de Portugal rumo a França deveu-se a uma “conjugação de questões”. Carlos Teixeira diz que recebeu uma “proposta interessante” do Poitevin, ao mesmo tempo que se registava uma “grande indefinição por parte do Benfica”.
O líbero classifica como “excelentes” os quatro anos em que esteve na Luz, nos quais conquistou um título de campeão nacional e três Taças de Portugal. “Foi uma oportunidade de sentir o que é um grande clube. Só estando lá se consegue perceber a verdadeira essência do que é o Benfica.”
Carlos Teixeira diz desconhecer quais os planos que a Federação tem traçados para a Seleção Nacional, não sabendo também quem será o selecionador, mas vê “com bons olhos” o possível regresso do cubano Juan Diaz.
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