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As atenções estão centradas hoje a partir das 17 horas na Nave de Espinho, onde se disputa o 3.º jogo do playoff, que pode dar ao Sp. Espinho o 16.º título nacional. Do outro lado da rede estará o V. Guimarães, equipa pela qual Flávio Cruz se sagrou campeão nacional pela primeira vez a época passada. O atacante pode agora voltar a festejar, mas desta vez com a camisola dos tigres.
"No ano passado vivi o playoff com maior intensidade e nervosismo. Havia muita pressão por parte do público, pois o V. Guimarães nunca tinha ganho nada no voleibol. Esta época, as coisas são um pouco diferentes, estou mais tranquilo, apesar de alguma ansiedade vivida no 1.º jogo", confessou o atacante, para quem a "tranquilidade da equipa" foi a chave do sucesso no 2.º embate, na Cidade Berço. Para hoje, Flávio Cruz refere que a "pressão está do lado do V. Guimarães", elogiando também Miguel Maia e João Brenha, companheiros que começou a ver jogar ainda muito novo. "Têm sido fundamentais na consolidação do grupo."
Os minhotos, esses, recusam a pressão que o adversário quer colocar em cima dos seus ombros. "Pessoalmente estou a encarar o jogo como se o Sp. Espinho tivesse que ganhar para fechar o campeonato. Caso contrário, vê-se em maus lençóis", admitiu Eurico Peixoto. O atacante do V. Guimarães refere que a equipa acusou um pouco a pressão nos dois primeiros jogos do playoff, depois de ter ganho a Taça. "A cidade empolgou-se e queria logo o título. Isso abalou-nos um pouco, mas também o facto de o campeonato já ir longo e de termos disputado a Liga dos Campeões."
Em caso de triunfo hoje do V. Guimarães, o 4.º jogo do playoff disputa-se domingo na Cidade Berço.
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