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Mahjabin Hakimi, jogadora da seleção feminina de voleibol, que jogava num clube de Cabul, terá sido decapitada pelos talibãs, segundo revela uma fonte ao jornal 'Persian Independent'. Uma das treinadoras da equipa confirmou que a atleta, de 16 ou 17 anos, foi assassinada no início deste mês, mas que a família terá mantido o silêncio, com medo de represálias.
Ainda segundo o mesmo jornal, Hakimi terá sido decapitada por praticar desporto sem o hijab - véu que cobre o rosto das mulheres - e por ser de origem hazara, povo da Mongólia perseguido pelos talibãs.
"Qualquer jogadora agora tem de viver com medo. Todas são obrigadas a fugir ou a esconder-se. Só duas conseguiram escapar para o exterior; as tentativas para obtermos ajuda de países ou organizações internacionais não tiveram êxito", conta a treinadora, sob anonimato, ao jornal.
Esta não é a primeira vez que o regime talibã aparece relacionado a morte de jogadoras de voleibol. Em setembro, Zahra Fayazi, treinadora e ex-jogadora da seleção afegã, contou à BBC que uma atleta foi morta e que dezenas de outras estavam escondidas, à espera do momento de fuga.
Com a chegada dos talibãs ao poder, todos as atividades femininas, seja na no desporto, na política ou em outras áreas, foi cessada.
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