Manuel Silva é um dos mais experientes jogadores da Seleção Nacional no ativo e com maior número de internacionalizações (250), e fez parte do grupo que alcançou o histórico 8.º lugar no Mundial de 2002, na Argentina. Aos 35 anos, porém, chegou a hora de dizer adeus à Seleção Nacional, que representa desde 1991 nas camadas jovens. O atacante apresenta razões de ordem familiar para o adeus, continuando, no entanto, a carreira ao nível de clubes, no Fonte Bastardo. "O nascimento da minha filha Jade obriga-me a dar um acompanhamento mais permanente à família, que considero importante. Os longos períodos de estágio na Seleção e as competições internacionais fazem com que esteja bastante ausente", refere. Com uma longa folha de serviços na Seleção Nacional - a poule de apuramento para o Mundial de 2010, disputada em agosto na Bulgária, foi a sua última participação - Manuel Silva recua no tempo para fazer um balanço. "Integrar o grupo dos melhores atletas era o primeiro objetivo; depois, foi todo um percurso a trabalhar. Com a vinda do técnico Juan Diaz tudo foi diferente, com novos métodos de treino, muito mais exigentes. Inicialmente foi duro e quem aguentou aquele ritmo acabou por se impor." O regresso de Juan Diaz ao comando da Seleção coincidiu com a renovação da equipa. "O tipo de atitude destes jovens em relação ao grupo de 2002 é muito diferente. Falta algum empenhamento e sacrifício, necessários para se atingir patamares mais elevados. Não basta ter o estatuto de vestir a camisola nacional, pensando que já está tudo conquistado. Esta nova geração precisa de ter humildade", refere Manuel Silva.
Manuel Silva é um dos mais experientes jogadores da Seleção Nacional no ativo e com maior número de internacionalizações (250), e fez parte do grupo que alcançou o histórico 8.º lugar no Mundial de 2002, na Argentina. Aos 35 anos, porém, chegou a hora de dizer adeus à Seleção Nacional, que representa desde 1991 nas camadas jovens.
O atacante apresenta razões de ordem familiar para o adeus, continuando, no entanto, a carreira ao nível de clubes, no Fonte Bastardo. "O nascimento da minha filha Jade obriga-me a dar um acompanhamento mais permanente à família, que considero importante. Os longos períodos de estágio na Seleção e as competições internacionais fazem com que esteja bastante ausente", refere.
Com uma longa folha de serviços na Seleção Nacional - a poule de apuramento para o Mundial de 2010, disputada em agosto na Bulgária, foi a sua última participação - Manuel Silva recua no tempo para fazer um balanço. "Integrar o grupo dos melhores atletas era o primeiro objetivo; depois, foi todo um percurso a trabalhar. Com a vinda do técnico Juan Diaz tudo foi diferente, com novos métodos de treino, muito mais exigentes. Inicialmente foi duro e quem aguentou aquele ritmo acabou por se impor."
O regresso de Juan Diaz ao comando da Seleção coincidiu com a renovação da equipa. "O tipo de atitude destes jovens em relação ao grupo de 2002 é muito diferente. Falta algum empenhamento e sacrifício, necessários para se atingir patamares mais elevados. Não basta ter o estatuto de vestir a camisola nacional, pensando que já está tudo conquistado. Esta nova geração precisa de ter humildade", refere Manuel Silva.
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