Coronavírus: Confederação Europeia de Voleibol termina época e investe 11,5 ME

Para enfrentar os desafios impostos pela pandemia de coronavírus

• Foto: DR Record

A Confederação Europeia de Voleibol (CEV) deu esta quinta-feira por terminada a época 2019/20 e anunciou um plano de ajuda "sem precedentes" no valor de 11,5 milhões de euros.

"Num esforço para enfrentar os desafios impostos pela pandemia de coronavírus e revitalizar os membros da família do voleibol, a CEV aprovou um 'Plano Marshall' sem precedentes no voleibol europeu, que inclui uma série de medidas que envolvem um investimento de cerca de 11,5 milhões de euros", informa o organismo.

A CEV, que sublinha o facto de ser "a primeira instituição desportiva europeia" a tomar este tipo de medidas, cancelou todas as competições desportivas de clubes, depois da pandemia da covid-19 ter paralisado as suas competições em março.

Apesar de não poder concluir a época, a CEV concordou em alocar mais de 80% do dinheiro dos prémios das equipes das suas competições europeias.

A CEV cancelou a final da Liga dos Campeões, prevista para 16 de maio em Berlim, a edição de 2020 da Liga Europeia de Ouro e Prata, prevista inicialmente para o final de maio e junho, e também a fase de qualificação para o EuroVolley 2021 foi afetada.

Quanto ao voleibol de praia, a CEV informa que entrará em contacto com os organizadores dos torneios do Circuito Mundial programados para este verão e definiu um período de aviso prévio de um mês para o eventual cancelamento dos mesmos.

As etapas de Espinho e de Gstaad, na Suíça, previstas para julho, foram anuladas em 6 de abril.

A pandemia de covid-19 já provocou perto de 184 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Cerca de 700 mil doentes foram considerados curados.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram, entretanto, a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.

Por Lusa

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