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Valdir Sequeira recorre à CEV e FIVB

Em Itália, Valdir Sequeira espera jogar com frequência, de modo a continuar a ser opção para a Seleção, que este ano tem a Liga das Nações e a fase final do Europeu.

O internacional português, Valdir Sequeira, revelou ao nosso jornal ter recorrido às instâncias internacionais, Confederação Europeia (CEV) e Federação Internacional (FIVB), para poder jogar no Videx Grottazzolina, na Série A2, depois de, segundo ele, a Ac. Espinho não lhe ter libertado a licença.

"Eu não tinha sequer contrato escrito com a Ac. Espinho, só verbal, e só recebia ajudas de custo, por isso não podiam impedir-me que jogasse noutro clube. Por outro lado, quando fui para a equipa, em dezembro, disse logo que ficaria até arranjar outro clube", explicou-nos o oposto de 37 anos, revelando ainda que os dirigentes da Ac. Espinho acabaram por exigir contrapartidas financeiras. "A Federação Portuguesa disse que, para facilitar o entendimento, lhes cedia os 3 mil e 500 euros referentes à minha transferência. Mas eles foram mais longe e pediram 6 mil euros. Acabei por disponibilizar o restante do meu bolso. O dinheiro foi entregue à Federação, agora que a CEV e a FIVB me deram razão, a equipa, se recebeu as verbas, vai ter de devolver tudo".

Em Itália, Valdir Sequeira espera jogar com frequência, de modo a continuar a ser opção para a Seleção, que este ano tem a Liga das Nações e a fase final do Europeu.

Entretanto, a Ac. Espinho refuta as acusações de Valdir. "Somos uma equipa amadora, mas nunca iríamos aceitar um jogador só por um mês. Assumiu o compromisso de ficar até ao final da época", frisou o diretor Henrique Nunes. A.p.m.

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