As notas dos jogadores do Benfica: Em jogo de mostrar 'cerviço', houve quem tivesse estreia para esquecer

Vlachodimos (3): Numa noite de pouco trabalho, sempre que foi chamado a intervir  mostrou muita tranquilidade.
André Almeida (3): Entrada desastrada, mas foi melhorando. Se defensivamente não comprometeu, já no ataque foi o responsável por muitas perdas de bola. Surpreendeu com um cabeceamento de costas para a baliza.
Rúben Dias (3): Forte no posicionamento, na antecipação aos avançados turcos e ainda arriscou sair a construir.
Jardel (3): Não deu permissão a Potuk e a Soldado para se aproximarem com perigo da baliza benfiquista. Deu segurança a toda a defesa.
Grimaldo (4): Foi do lado esquerdo que o Benfica mais criou perigo e com o espanhol a ter sempre grande influência no ataque. E isto sem deixar a defesa desprotegida.
Fejsa (3): Nem sempre foi perfeito no passe, mas foi decisivo a anular vários ataques do Fenerbahçe
Cervi (4): O golo foi um prémio para um dos jogadores que mais desequilíbrios criaram. Seja em velocidade ou com combinações, foi dando que fazer aos turcos. O remate certeiro teve a ajuda de Demiral, mas já na primeira parte, depois de ter ficado a reclamar penálti , esteve no lance de maior perigo com um cruzamento remate (32’).
Gedson (3): O jovem médio não acusou a pressão e participou muito no jogo. A inexperiência levou-o, por vezes, a complicar o que parecia simples.
Pizzi (3): As mudanças de flanco geraram alguns lances de perigo, que apanharam os turcos em contrapé.
Salvio (4): Se a vontade ganhasse jogos, o argentino seria o principal responsável pela vitória. Lutou muito, foi autor do passe que resultou no golo e ainda testou Demiral.
Ferreyra (1): Uma estreia para esquecer de uma das maiores esperanças benfiquistas para esta época. Digno de registo, só um remate que foi uma espécie de passe para Demiral.
Castillo (3): Entrou aos 63’, mas a tempo de fazer três remates que geraram calafrios à Demiral. Pragmático, não pede licença para rematar.
Zivkovic (2): Entrou a 15 minutos do fim para render o desgastado Salvio. O sérvio trouxe critério à construção ofensiva.
Vlachodimos (3): Numa noite de pouco trabalho, sempre que foi chamado a intervir  mostrou muita tranquilidade.
André Almeida (3): Entrada desastrada, mas foi melhorando. Se defensivamente não comprometeu, já no ataque foi o responsável por muitas perdas de bola. Surpreendeu com um cabeceamento de costas para a baliza.
Rúben Dias (3): Forte no posicionamento, na antecipação aos avançados turcos e ainda arriscou sair a construir.
Jardel (3): Não deu permissão a Potuk e a Soldado para se aproximarem com perigo da baliza benfiquista. Deu segurança a toda a defesa.
Grimaldo (4): Foi do lado esquerdo que o Benfica mais criou perigo e com o espanhol a ter sempre grande influência no ataque. E isto sem deixar a defesa desprotegida.
Fejsa (3): Nem sempre foi perfeito no passe, mas foi decisivo a anular vários ataques do Fenerbahçe
Cervi (4): O golo foi um prémio para um dos jogadores que mais desequilíbrios criaram. Seja em velocidade ou com combinações, foi dando que fazer aos turcos. O remate certeiro teve a ajuda de Demiral, mas já na primeira parte, depois de ter ficado a reclamar penálti , esteve no lance de maior perigo com um cruzamento remate (32’).
Gedson (3): O jovem médio não acusou a pressão e participou muito no jogo. A inexperiência levou-o, por vezes, a complicar o que parecia simples.
Pizzi (3): As mudanças de flanco geraram alguns lances de perigo, que apanharam os turcos em contrapé.
Salvio (4): Se a vontade ganhasse jogos, o argentino seria o principal responsável pela vitória. Lutou muito, foi autor do passe que resultou no golo e ainda testou Demiral.
Ferreyra (1): Uma estreia para esquecer de uma das maiores esperanças benfiquistas para esta época. Digno de registo, só um remate que foi uma espécie de passe para Demiral.
Castillo (3): Entrou aos 63’, mas a tempo de fazer três remates que geraram calafrios à Demiral. Pragmático, não pede licença para rematar.
Zivkovic (2): Entrou a 15 minutos do fim para render o desgastado Salvio. O sérvio trouxe critério à construção ofensiva.
Vlachodimos (3): Numa noite de pouco trabalho, sempre que foi chamado a intervir  mostrou muita tranquilidade.
André Almeida (3): Entrada desastrada, mas foi melhorando. Se defensivamente não comprometeu, já no ataque foi o responsável por muitas perdas de bola. Surpreendeu com um cabeceamento de costas para a baliza.
Rúben Dias (3): Forte no posicionamento, na antecipação aos avançados turcos e ainda arriscou sair a construir.
Jardel (3): Não deu permissão a Potuk e a Soldado para se aproximarem com perigo da baliza benfiquista. Deu segurança a toda a defesa.
Grimaldo (4): Foi do lado esquerdo que o Benfica mais criou perigo e com o espanhol a ter sempre grande influência no ataque. E isto sem deixar a defesa desprotegida.
Fejsa (3): Nem sempre foi perfeito no passe, mas foi decisivo a anular vários ataques do Fenerbahçe
Cervi (4): O golo foi um prémio para um dos jogadores que mais desequilíbrios criaram. Seja em velocidade ou com combinações, foi dando que fazer aos turcos. O remate certeiro teve a ajuda de Demiral, mas já na primeira parte, depois de ter ficado a reclamar penálti , esteve no lance de maior perigo com um cruzamento remate (32’).
Gedson (3): O jovem médio não acusou a pressão e participou muito no jogo. A inexperiência levou-o, por vezes, a complicar o que parecia simples.
Pizzi (3): As mudanças de flanco geraram alguns lances de perigo, que apanharam os turcos em contrapé.
Salvio (4): Se a vontade ganhasse jogos, o argentino seria o principal responsável pela vitória. Lutou muito, foi autor do passe que resultou no golo e ainda testou Demiral.
Ferreyra (1): Uma estreia para esquecer de uma das maiores esperanças benfiquistas para esta época. Digno de registo, só um remate que foi uma espécie de passe para Demiral.
Castillo (3): Entrou aos 63’, mas a tempo de fazer três remates que geraram calafrios à Demiral. Pragmático, não pede licença para rematar.
Zivkovic (2): Entrou a 15 minutos do fim para render o desgastado Salvio. O sérvio trouxe critério à construção ofensiva.
O Benfica venceu nesta terça-feira o Fenerbahçe por 1-0 na primeira-mão da 3ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Grimaldo e Cervi entenderam-se bem no flanco esquerdo, mas a defesa turca só acabou por ceder aos 69 minutos de jogo com o golo do jogador argentino. A turma de Rui Vitória parte em vantagem para a segunda-mão. [Fotos: Lusa/EPA/Paulo Calado/Pedro Ferreira]
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