As notas dos jogadores do Benfica no dérbi: do 1 de Ferreyra ao 4 do novo puto maravilha

Vlachodimos (3) - Foi um espectador privilegiado durante os primeiros 45’, não fazendo qualquer defesa. Na 2ª parte, e apesar do golo leonino, este cenário pouco ou nada se alterou.
André Almeida (3) - Está feito um senhor jogador, tanto em termos coletivos (algo que já era seu apanágio), mas agora também com vários apontamentos de fino recorte técnico. Exibição consistente na defesa, mas com forte tração ofensiva.
Rúben Dias (3) - É ele quem comete o penálti, mas a sua exibição não fica minimamente manchada por este lance. Teve na cabeça duas boas oportunidades para marcar (6’ e 20’), mas Salin... estava endiabrado.
Jardel (3) - Formou com Rúben Dias uma dupla forte no jogo aéreo e coesa na marcação. Muito consistente.
Grimaldo (3) - Ofensivo, sempre em busca de zonas de cruzamento. Foi uma constante dor de cabeça para Ristovski, arrancando várias faltas perigosas em transições ofensivas.
Fejsa (3) - Não é exuberante nas marcações e parece estar muitas vezes longe da ação. Nada mais falso: é de uma eficácia impressionante, como se fosse um assassino silencioso...
Pizzi (2) - Usou e abusou dos passes longos com relativa eficácia, mas as coisas não lhe saíram bem no momento das decisões, especialmente no remate.
Gedson (3) - Um poço de força e, acima de tudo, uma impressionante fonte de puro talento. Durante a primeira parte, foi ele que tentou arrastar a equipa para zonas ofensivas. No momento em que conseguir tomar melhores decisões no último passe... será caso sério.
Rafa (2) - Correu muito, mas poucas vezes bem. Lento nas decisão, só quando era solicitado nos espaços é que dava um ‘ar da sua graça’. Pedia-se muito mais a Rafa, especialmente porque teve sempre espaço nas costas de Jefferson.
Cervi (3) - Cervi 3	3J 0G Tal como Rafa, também pediu sempre a bola em profundidade, mas ao contrário do português, conseguiu dar à equipa alguma acutilância ofensiva.
Ferreyra (1) - Emparedado entre Coates e André Pinto, raras vezes se conseguiu libertar das marcações. Demasiado estático e sem dar linhas de passe aos médios e extremos.
João Félix (4) - Qualidade técnica e uma visão de jogo acima da média. O novo puto maravilha da Luz entrou sem medo no dérbi, e desde cedo mostrou que estava em campo para fazer estragos. Aos 79’ deu o primeiro aviso a Salin, atirando fraco e ao lado. Voltou a ter uma boa chance aos 83’, mas o melhor estava reservado para os 86’, altura em que, de cabeça, conseguiu finalmente bater o guarda-redes francês. Um dérbi que vai ficar para a história de um miúdo que, apesar dos seus 18 anos, não engana: um craque em potência.
Seferovic (2) - Substituiu o desinspirado Ferreyra, dando maior poder de choque ao ataque encarnado.
Zivkovic (3) - Entrou para dar maior frescura aos corredores ofensivos no momento em que o Benfica corria atrás do prejuízo. Trouxe a dinâmica que faltava à direita e ajudou a águia a sufocar o Sporting.
Vlachodimos (3) - Foi um espectador privilegiado durante os primeiros 45’, não fazendo qualquer defesa. Na 2ª parte, e apesar do golo leonino, este cenário pouco ou nada se alterou.
André Almeida (3) - Está feito um senhor jogador, tanto em termos coletivos (algo que já era seu apanágio), mas agora também com vários apontamentos de fino recorte técnico. Exibição consistente na defesa, mas com forte tração ofensiva.
Rúben Dias (3) - É ele quem comete o penálti, mas a sua exibição não fica minimamente manchada por este lance. Teve na cabeça duas boas oportunidades para marcar (6’ e 20’), mas Salin... estava endiabrado.
Jardel (3) - Formou com Rúben Dias uma dupla forte no jogo aéreo e coesa na marcação. Muito consistente.
Grimaldo (3) - Ofensivo, sempre em busca de zonas de cruzamento. Foi uma constante dor de cabeça para Ristovski, arrancando várias faltas perigosas em transições ofensivas.
Fejsa (3) - Não é exuberante nas marcações e parece estar muitas vezes longe da ação. Nada mais falso: é de uma eficácia impressionante, como se fosse um assassino silencioso...
Pizzi (2) - Usou e abusou dos passes longos com relativa eficácia, mas as coisas não lhe saíram bem no momento das decisões, especialmente no remate.
Gedson (3) - Um poço de força e, acima de tudo, uma impressionante fonte de puro talento. Durante a primeira parte, foi ele que tentou arrastar a equipa para zonas ofensivas. No momento em que conseguir tomar melhores decisões no último passe... será caso sério.
Rafa (2) - Correu muito, mas poucas vezes bem. Lento nas decisão, só quando era solicitado nos espaços é que dava um ‘ar da sua graça’. Pedia-se muito mais a Rafa, especialmente porque teve sempre espaço nas costas de Jefferson.
Cervi (3) - Cervi 3	3J 0G Tal como Rafa, também pediu sempre a bola em profundidade, mas ao contrário do português, conseguiu dar à equipa alguma acutilância ofensiva.
Ferreyra (1) - Emparedado entre Coates e André Pinto, raras vezes se conseguiu libertar das marcações. Demasiado estático e sem dar linhas de passe aos médios e extremos.
João Félix (4) - Qualidade técnica e uma visão de jogo acima da média. O novo puto maravilha da Luz entrou sem medo no dérbi, e desde cedo mostrou que estava em campo para fazer estragos. Aos 79’ deu o primeiro aviso a Salin, atirando fraco e ao lado. Voltou a ter uma boa chance aos 83’, mas o melhor estava reservado para os 86’, altura em que, de cabeça, conseguiu finalmente bater o guarda-redes francês. Um dérbi que vai ficar para a história de um miúdo que, apesar dos seus 18 anos, não engana: um craque em potência.
Seferovic (2) - Substituiu o desinspirado Ferreyra, dando maior poder de choque ao ataque encarnado.
Zivkovic (3) - Entrou para dar maior frescura aos corredores ofensivos no momento em que o Benfica corria atrás do prejuízo. Trouxe a dinâmica que faltava à direita e ajudou a águia a sufocar o Sporting.
Vlachodimos (3) - Foi um espectador privilegiado durante os primeiros 45’, não fazendo qualquer defesa. Na 2ª parte, e apesar do golo leonino, este cenário pouco ou nada se alterou.
André Almeida (3) - Está feito um senhor jogador, tanto em termos coletivos (algo que já era seu apanágio), mas agora também com vários apontamentos de fino recorte técnico. Exibição consistente na defesa, mas com forte tração ofensiva.
Rúben Dias (3) - É ele quem comete o penálti, mas a sua exibição não fica minimamente manchada por este lance. Teve na cabeça duas boas oportunidades para marcar (6’ e 20’), mas Salin... estava endiabrado.
Jardel (3) - Formou com Rúben Dias uma dupla forte no jogo aéreo e coesa na marcação. Muito consistente.
Grimaldo (3) - Ofensivo, sempre em busca de zonas de cruzamento. Foi uma constante dor de cabeça para Ristovski, arrancando várias faltas perigosas em transições ofensivas.
Fejsa (3) - Não é exuberante nas marcações e parece estar muitas vezes longe da ação. Nada mais falso: é de uma eficácia impressionante, como se fosse um assassino silencioso...
Pizzi (2) - Usou e abusou dos passes longos com relativa eficácia, mas as coisas não lhe saíram bem no momento das decisões, especialmente no remate.
Gedson (3) - Um poço de força e, acima de tudo, uma impressionante fonte de puro talento. Durante a primeira parte, foi ele que tentou arrastar a equipa para zonas ofensivas. No momento em que conseguir tomar melhores decisões no último passe... será caso sério.
Rafa (2) - Correu muito, mas poucas vezes bem. Lento nas decisão, só quando era solicitado nos espaços é que dava um ‘ar da sua graça’. Pedia-se muito mais a Rafa, especialmente porque teve sempre espaço nas costas de Jefferson.
Cervi (3) - Cervi 3	3J 0G Tal como Rafa, também pediu sempre a bola em profundidade, mas ao contrário do português, conseguiu dar à equipa alguma acutilância ofensiva.
Ferreyra (1) - Emparedado entre Coates e André Pinto, raras vezes se conseguiu libertar das marcações. Demasiado estático e sem dar linhas de passe aos médios e extremos.
João Félix (4) - Qualidade técnica e uma visão de jogo acima da média. O novo puto maravilha da Luz entrou sem medo no dérbi, e desde cedo mostrou que estava em campo para fazer estragos. Aos 79’ deu o primeiro aviso a Salin, atirando fraco e ao lado. Voltou a ter uma boa chance aos 83’, mas o melhor estava reservado para os 86’, altura em que, de cabeça, conseguiu finalmente bater o guarda-redes francês. Um dérbi que vai ficar para a história de um miúdo que, apesar dos seus 18 anos, não engana: um craque em potência.
Seferovic (2) - Substituiu o desinspirado Ferreyra, dando maior poder de choque ao ataque encarnado.
Zivkovic (3) - Entrou para dar maior frescura aos corredores ofensivos no momento em que o Benfica corria atrás do prejuízo. Trouxe a dinâmica que faltava à direita e ajudou a águia a sufocar o Sporting.
O Benfica empatou 1-1 sábado diante do Sporting no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 3.ª jornada da Liga NOS. Gedson arrastou a equipa enquanto teve forças, mas foi a entrada de João Félix que mexeu com o Benfica e que fez com que o leão fosse encostado às cordas. Notas atribuídas por Alexandre Carvalho  [Fotos: Miguel Barreira/Lusa/Paulo Calado/Paulo Ferreira/EPA]
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