As notas dos jogadores do Sporting no dérbi: do 2 de Bruno Fernandes ao 4 de Salin

Salin (4) - Tremenda exibição do guardião francês, a negar o golo ao Benfica em variadíssimas ocasiões (6’, 18’, 20’, 21’, 52’, 70’, 71’ e 90’+6). Salin fez, provavelmente, uma das melhores exibições da sua já longa carreira, mantendo o Sporting ligado ao jogo durante os 90 minutos. Para recordar!
Ristovski (3) - Mostrou que vinha para a luta quando, com míseros segundos no cronómetro, teve uma entrada dura sobre Fejsa. A sua exibição foi muito isto: raça, agressividade na marcação e grande solidariedade defensiva e ofensiva.
Coates (3) - Eficaz na cobertura a Ferreyra, conseguiu ter o discernimento necessário para lançar várias jogadas ofensivas, com passes de rutura para os corredores.
André Pinto (3) - Menos em jogo do que o uruguaio, mostrou um bom posicionamento defensivo – especialmente nos lances aéreos – e ainda esteve perto do golo, aos 30’.
Jefferson (2) - Se no ataque as coisas até nem lhe saíram mal, o mesmo já não se pode dizer na defesa: deu demasiado espaço nas costas – mal aproveitado por Rafa – e pareceu sempre demasiado nervoso.
Bruno Fernandes (2) - Foi demasiadas vezes batido em antecipação e pareceu muitas vezes uma espécie de ‘corpo estranho’ nas transições ofensivas. Pouco inspirado, foi presa fácil para o meio-campo do Benfica.
Battaglia (3) A sala de máquinas do Sporting tem no argentino o seu principal motor. Muita força e capacidade de choque, cobrindo os espaços intermédios com a disponibilidade física que lhe é característica
Acuña (3) - A surpresa tática de Peseiro resultou quase em pleno: o argentino não estranhou a adaptação a zonas interiores e deu à equipa o músculo que precisava para tentar estancar o ataque encarnado.
Nani (4) - 3J 3G É ele quem bate o penálti, mas a sua exibição não se resume ao golo. A experiência que trouxe para o Sporting é inestimável! Pode estar longe das correrias de outros tempos, mas a bola nos seus pés… não chora. Pura classe e maturidade competitiva.
Raphinha (3) - Começou encostado à direita e esteve sempre ligado à corrente, pressionando a zona mais recuada do Benfica e tentando forçar o erro adversário. Boa capacidade técnica e grande disponibilidade
Montero (3) - Apesar de estar em desvantagem do ponto de vista físico em relação a Rúben Dias e Jardel, nunca virou a cara à luta e não raras vezes conseguiu receber, rodar e entregar. É ele quem sofre o penálti.
Petrovic (2) - Entrou para tentar fechar a porta da baliza de Salin e para dar mais capacidade de choque ao miolo.
Luc Castaignos (0) - Nem tocou na bola.
Bruno Gaspar (1) - Esteve 4 minutos em campo e tentou cerrar fileiras na direita.
Salin (4) - Tremenda exibição do guardião francês, a negar o golo ao Benfica em variadíssimas ocasiões (6’, 18’, 20’, 21’, 52’, 70’, 71’ e 90’+6). Salin fez, provavelmente, uma das melhores exibições da sua já longa carreira, mantendo o Sporting ligado ao jogo durante os 90 minutos. Para recordar!
Ristovski (3) - Mostrou que vinha para a luta quando, com míseros segundos no cronómetro, teve uma entrada dura sobre Fejsa. A sua exibição foi muito isto: raça, agressividade na marcação e grande solidariedade defensiva e ofensiva.
Coates (3) - Eficaz na cobertura a Ferreyra, conseguiu ter o discernimento necessário para lançar várias jogadas ofensivas, com passes de rutura para os corredores.
André Pinto (3) - Menos em jogo do que o uruguaio, mostrou um bom posicionamento defensivo – especialmente nos lances aéreos – e ainda esteve perto do golo, aos 30’.
Jefferson (2) - Se no ataque as coisas até nem lhe saíram mal, o mesmo já não se pode dizer na defesa: deu demasiado espaço nas costas – mal aproveitado por Rafa – e pareceu sempre demasiado nervoso.
Bruno Fernandes (2) - Foi demasiadas vezes batido em antecipação e pareceu muitas vezes uma espécie de ‘corpo estranho’ nas transições ofensivas. Pouco inspirado, foi presa fácil para o meio-campo do Benfica.
Battaglia (3) A sala de máquinas do Sporting tem no argentino o seu principal motor. Muita força e capacidade de choque, cobrindo os espaços intermédios com a disponibilidade física que lhe é característica
Acuña (3) - A surpresa tática de Peseiro resultou quase em pleno: o argentino não estranhou a adaptação a zonas interiores e deu à equipa o músculo que precisava para tentar estancar o ataque encarnado.
Nani (4) - 3J 3G É ele quem bate o penálti, mas a sua exibição não se resume ao golo. A experiência que trouxe para o Sporting é inestimável! Pode estar longe das correrias de outros tempos, mas a bola nos seus pés… não chora. Pura classe e maturidade competitiva.
Raphinha (3) - Começou encostado à direita e esteve sempre ligado à corrente, pressionando a zona mais recuada do Benfica e tentando forçar o erro adversário. Boa capacidade técnica e grande disponibilidade
Montero (3) - Apesar de estar em desvantagem do ponto de vista físico em relação a Rúben Dias e Jardel, nunca virou a cara à luta e não raras vezes conseguiu receber, rodar e entregar. É ele quem sofre o penálti.
Petrovic (2) - Entrou para tentar fechar a porta da baliza de Salin e para dar mais capacidade de choque ao miolo.
Luc Castaignos (0) - Nem tocou na bola.
Bruno Gaspar (1) - Esteve 4 minutos em campo e tentou cerrar fileiras na direita.
Salin (4) - Tremenda exibição do guardião francês, a negar o golo ao Benfica em variadíssimas ocasiões (6’, 18’, 20’, 21’, 52’, 70’, 71’ e 90’+6). Salin fez, provavelmente, uma das melhores exibições da sua já longa carreira, mantendo o Sporting ligado ao jogo durante os 90 minutos. Para recordar!
Ristovski (3) - Mostrou que vinha para a luta quando, com míseros segundos no cronómetro, teve uma entrada dura sobre Fejsa. A sua exibição foi muito isto: raça, agressividade na marcação e grande solidariedade defensiva e ofensiva.
Coates (3) - Eficaz na cobertura a Ferreyra, conseguiu ter o discernimento necessário para lançar várias jogadas ofensivas, com passes de rutura para os corredores.
André Pinto (3) - Menos em jogo do que o uruguaio, mostrou um bom posicionamento defensivo – especialmente nos lances aéreos – e ainda esteve perto do golo, aos 30’.
Jefferson (2) - Se no ataque as coisas até nem lhe saíram mal, o mesmo já não se pode dizer na defesa: deu demasiado espaço nas costas – mal aproveitado por Rafa – e pareceu sempre demasiado nervoso.
Bruno Fernandes (2) - Foi demasiadas vezes batido em antecipação e pareceu muitas vezes uma espécie de ‘corpo estranho’ nas transições ofensivas. Pouco inspirado, foi presa fácil para o meio-campo do Benfica.
Battaglia (3) A sala de máquinas do Sporting tem no argentino o seu principal motor. Muita força e capacidade de choque, cobrindo os espaços intermédios com a disponibilidade física que lhe é característica
Acuña (3) - A surpresa tática de Peseiro resultou quase em pleno: o argentino não estranhou a adaptação a zonas interiores e deu à equipa o músculo que precisava para tentar estancar o ataque encarnado.
Nani (4) - 3J 3G É ele quem bate o penálti, mas a sua exibição não se resume ao golo. A experiência que trouxe para o Sporting é inestimável! Pode estar longe das correrias de outros tempos, mas a bola nos seus pés… não chora. Pura classe e maturidade competitiva.
Raphinha (3) - Começou encostado à direita e esteve sempre ligado à corrente, pressionando a zona mais recuada do Benfica e tentando forçar o erro adversário. Boa capacidade técnica e grande disponibilidade
Montero (3) - Apesar de estar em desvantagem do ponto de vista físico em relação a Rúben Dias e Jardel, nunca virou a cara à luta e não raras vezes conseguiu receber, rodar e entregar. É ele quem sofre o penálti.
Petrovic (2) - Entrou para tentar fechar a porta da baliza de Salin e para dar mais capacidade de choque ao miolo.
Luc Castaignos (0) - Nem tocou na bola.
Bruno Gaspar (1) - Esteve 4 minutos em campo e tentou cerrar fileiras na direita.
O Sporting foi à Luz empatar a 1 golo. Salin respondeu às críticas com uma exibição de alto nível, que só não foi perfeita porque João Félix derrubou, aos 86’, o autêntico muro que estava na baliza leonina. A par do gaulês, Nani colocou em campo a sua experiência, mostrando que a idade... continua a ser um posto. Notas atribuídas por Alexandre Carvalho.
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