Condições extremas levam a queixas na maratona dos Mundiais: «Não havia ar para respirar»

As complicadas condições atmosféricas que se registavam à hora da maratona dos Mundiais de atletismo, com mais de 30 graus centígrados e uma humidade superior a 70%, deram cabo de muitas atletas. Apenas 40 das 68 atletas chegaram ao final da prova, ganha pela queniana Ruth Chepngetich, com a portuguesa Salomé Rocha a terminar em 28.º. Após a conclusão da prova, muitas atletas queixaram-se das condições, considerando mesmo que foi um desrespeito para com as atletas: "A humidade mata-te. Não havia ar para respirar. Pensei que não ia acabar a prova", afirmou a bielorrussa Volha Mazuronak (na 2.ª foto com Salomé Rocha), que terminou em 5.º lugar.
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