Do zero de Diaby ao 3 de Raphinha, Nani e Salin: as notas do Sporting em Braga

Salin (nota 3) - Sem hipóteses no lance do golo, juntou uma mão-cheia de intervenções atentas a evitar males maiores
Ristovski (nota 2) - Começou o jogo com uma interceção falhada – que criou perigo – e nunca se recompôs do erro
Coates (nota 2) - A forma como permitiu a Eduardo Teixeira trabalhar a bola, no lance do golo, marca indelevelmente e de forma negativa, uma atuação sem momento de explendor. Nem como ponta-de-lança fez a diferença. Na única oportunidade de que dispôs, cabeceou ao lado (76’)
André Pinto (nota 2) - Na ausência de Coates, cabia-lhe a ele evitar o remate de Dyego Sousa. Hesitou e o brasileiro marcou o golo da vitória da equipa bracarense
Acuña (nota 2) - Nunca teve tempo nem espaço para se aventurar muito no terreno. Wilson Eduardo nunca lho permitiu
Battaglia (nota 2) - Apareceu muito no jogo, mas raramente nas zonas que lhe estão destinadas ou a contribuir com algo de positivo para a equipa
Gudelj (nota 2) - Mais ativo na manobra defensiva do que a ‘empurrar’ a equipa
Bruno Fernandes (nota 2) - O remate, sem nexo, a 40 metros da baliza (49’), demonstra que o próprio jogador sentia que a sua atuação estava a anos-luz do habitual. Assim se explica o golo desperdiçado, sem marcação e em plena área, instantes antes de Dyego Sousa estabelecer o resultado
Raphinha (nota 3) - Perdeu, na transição ofensiva, a bola de que resultou o único golo da partida, o que acaba por manchar a atuação do autor do primeiro remate perigoso do jogo (16’) e o elemento que mais visou a baliza contrária. Não marcou, é certo, mas não foi por não tentar
Nani (nota 3) - Se aquele cabeceamento (35’), na sequência de um livre indireto, não tem sido travado de forma sublime por Tiago Sá, talvez o capitão tivesse demorado mais tempo a ‘desaparecer’ do jogo
Montero (nota 2) - Impossível fazer algo mais perante uma defesa forte e bem organizada. Salvou-se uma tentativa de cabeceamento (29’) e um remate de longe (45’+1). Ambos sem sucesso
Jovane (nota 2) - Entrou em campo demasiado tarde, mas a tempo de provocar o pânico na área contrária, com sucessivas simulações e um remate que obrigou Tiago Sá a defesa apertada
Castaignos (nota 1) - Entrou para dar altura, numa fase em que a equipa da casa já se reorganizara na missão de defender a vantagem alcançada
Diaby (nota 0) - Tocou uma vez no esférico
Salin (nota 3) - Sem hipóteses no lance do golo, juntou uma mão-cheia de intervenções atentas a evitar males maiores
Ristovski (nota 2) - Começou o jogo com uma interceção falhada – que criou perigo – e nunca se recompôs do erro
Coates (nota 2) - A forma como permitiu a Eduardo Teixeira trabalhar a bola, no lance do golo, marca indelevelmente e de forma negativa, uma atuação sem momento de explendor. Nem como ponta-de-lança fez a diferença. Na única oportunidade de que dispôs, cabeceou ao lado (76’)
André Pinto (nota 2) - Na ausência de Coates, cabia-lhe a ele evitar o remate de Dyego Sousa. Hesitou e o brasileiro marcou o golo da vitória da equipa bracarense
Acuña (nota 2) - Nunca teve tempo nem espaço para se aventurar muito no terreno. Wilson Eduardo nunca lho permitiu
Battaglia (nota 2) - Apareceu muito no jogo, mas raramente nas zonas que lhe estão destinadas ou a contribuir com algo de positivo para a equipa
Gudelj (nota 2) - Mais ativo na manobra defensiva do que a ‘empurrar’ a equipa
Bruno Fernandes (nota 2) - O remate, sem nexo, a 40 metros da baliza (49’), demonstra que o próprio jogador sentia que a sua atuação estava a anos-luz do habitual. Assim se explica o golo desperdiçado, sem marcação e em plena área, instantes antes de Dyego Sousa estabelecer o resultado
Raphinha (nota 3) - Perdeu, na transição ofensiva, a bola de que resultou o único golo da partida, o que acaba por manchar a atuação do autor do primeiro remate perigoso do jogo (16’) e o elemento que mais visou a baliza contrária. Não marcou, é certo, mas não foi por não tentar
Nani (nota 3) - Se aquele cabeceamento (35’), na sequência de um livre indireto, não tem sido travado de forma sublime por Tiago Sá, talvez o capitão tivesse demorado mais tempo a ‘desaparecer’ do jogo
Montero (nota 2) - Impossível fazer algo mais perante uma defesa forte e bem organizada. Salvou-se uma tentativa de cabeceamento (29’) e um remate de longe (45’+1). Ambos sem sucesso
Jovane (nota 2) - Entrou em campo demasiado tarde, mas a tempo de provocar o pânico na área contrária, com sucessivas simulações e um remate que obrigou Tiago Sá a defesa apertada
Castaignos (nota 1) - Entrou para dar altura, numa fase em que a equipa da casa já se reorganizara na missão de defender a vantagem alcançada
Diaby (nota 0) - Tocou uma vez no esférico
Salin (nota 3) - Sem hipóteses no lance do golo, juntou uma mão-cheia de intervenções atentas a evitar males maiores
Ristovski (nota 2) - Começou o jogo com uma interceção falhada – que criou perigo – e nunca se recompôs do erro
Coates (nota 2) - A forma como permitiu a Eduardo Teixeira trabalhar a bola, no lance do golo, marca indelevelmente e de forma negativa, uma atuação sem momento de explendor. Nem como ponta-de-lança fez a diferença. Na única oportunidade de que dispôs, cabeceou ao lado (76’)
André Pinto (nota 2) - Na ausência de Coates, cabia-lhe a ele evitar o remate de Dyego Sousa. Hesitou e o brasileiro marcou o golo da vitória da equipa bracarense
Acuña (nota 2) - Nunca teve tempo nem espaço para se aventurar muito no terreno. Wilson Eduardo nunca lho permitiu
Battaglia (nota 2) - Apareceu muito no jogo, mas raramente nas zonas que lhe estão destinadas ou a contribuir com algo de positivo para a equipa
Gudelj (nota 2) - Mais ativo na manobra defensiva do que a ‘empurrar’ a equipa
Bruno Fernandes (nota 2) - O remate, sem nexo, a 40 metros da baliza (49’), demonstra que o próprio jogador sentia que a sua atuação estava a anos-luz do habitual. Assim se explica o golo desperdiçado, sem marcação e em plena área, instantes antes de Dyego Sousa estabelecer o resultado
Raphinha (nota 3) - Perdeu, na transição ofensiva, a bola de que resultou o único golo da partida, o que acaba por manchar a atuação do autor do primeiro remate perigoso do jogo (16’) e o elemento que mais visou a baliza contrária. Não marcou, é certo, mas não foi por não tentar
Nani (nota 3) - Se aquele cabeceamento (35’), na sequência de um livre indireto, não tem sido travado de forma sublime por Tiago Sá, talvez o capitão tivesse demorado mais tempo a ‘desaparecer’ do jogo
Montero (nota 2) - Impossível fazer algo mais perante uma defesa forte e bem organizada. Salvou-se uma tentativa de cabeceamento (29’) e um remate de longe (45’+1). Ambos sem sucesso
Jovane (nota 2) - Entrou em campo demasiado tarde, mas a tempo de provocar o pânico na área contrária, com sucessivas simulações e um remate que obrigou Tiago Sá a defesa apertada
Castaignos (nota 1) - Entrou para dar altura, numa fase em que a equipa da casa já se reorganizara na missão de defender a vantagem alcançada
Diaby (nota 0) - Tocou uma vez no esférico
Numa equipa com diversos elementos abaixo do normal, apenas três jogadores do Sporting se cotaram acima da mediania frente ao Sp. Braga (derrota dos leões por 1-0). Entre eles, destaque para um brasileiro, que nunca se conformou com o destino do conjunto. Notas atribuídas pelo jornalista João Lopes (fotos Movenotícias, Miguel Barreira e Lusa)
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